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sábado, 23 de fevereiro de 2019

Romance is A Bonus Book | Kdrama, dramas coreanos.

Instadayz.com

São tempos difícies, mas eu voltei. 😊

Voltei a escrever por que comecei a assistir uma série coreana chamada Romance is A Bonus Book (Romance é um Livro Bônus) que retrata tudo o que eu precisava nesse período da minha vida: alívio, comicidade, sensibilidade e empatia. 

Dan-Yi é uma mulher divorciada, mãe de uma filha, desempregada e sem onde morar. Ela é a melhor amiga de Cha Eun-Ho, os dois se conhecem por acaso, constroem uma amizade durante os anos, e agora nesse momento difícil da vida de Dan-Yi encontram um no outro a ajuda que precisam. O problema é que Eun-ho é apaixonado por Dan-I, muito antes dela se casar e mesmo depois, além disso o fator dele ser mais novo do que ela contribui para o desenrolar da trama. E a história se desenvolve nesse relacionamento de sedução e descobrimento de um homem mais novo que não consegue se expressar em palavras o que se sente, e ela que mesmo mais vivida e maliciosa não percebe os sentimentos dele. 

Além da trama principal, a série toca em outras assuntos muito bonitos também, como o amor das pessoas pelos livros, o difícil trabalho dos escritores, e a atual situação em que vivemos em termos de tecnologia onde parece que papéis e livrarias estão acabando. A série conversa sobre sentimentos humanos, sobre se colocar no lugar do outro, e em como ele sente. Você gostaria de ser tratado dessa maneira? Então por que maltratou o outro?




"Sem tomar meu partido ou em fazer um grande drama, só em dizer "eu entendo como você se sente" teria sido suficiente para mim. Em vez de me dar conselhos, ou me reconfortar, se solidarizar. "Eu sei como você se sente", é isso o que eu esperava de você."

Talvez ela te toque mais profundamente se você já sonhou em ser escritor, ou se entrou em desespero quando não sabia o que fazer no seu primeiro dia de trabalho, ou quando você amou alguém mas nunca foi correspondido.

Eu amo as cenas domésticas como o simples ato em tomar café da manhã, ou colocar alguém para dormir, são momentos que você consegue mergulhar na história por que são momentos do dia a dia.

A série é divertidissíma e feita para chorar nos primeiros minutos do primeiro episódio (eu sou bem chorona, mas é capaz que você se emocione também, acho meio difícil alguém não se emocionar com a Lee Na-Young, atriz que interpreta a Dan-Yi.)

A série está na Netflix! Todas às terças feiras saem dois novos episódios. Espero que tenha te convencido a assistir e espero que você a ame tanto quanto eu! Deixe a sua opinião nos comentários. 💗

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Gostar de vilões nem sempre é tão legal quanto parece.

Há alguns anos atrás, eu escrevi sobre como eu gostava de vilões, sobre como eles poderiam (e eram) fascinantes, e podiam ter muito mais caminhos a ser explorados do que os mocinhos. E até que eles faziam coisas que a gente não podia fazer na vida real. Só que isso acabou se virando contra mim. 
Juro que perdi o autor do gif, se souber me avisa. :(
Entenda.

Meu ponto de vista continua o mesmo, mas... Ultimamente como você deve saber (e se me acompanha no twitter sabe mesmo! @superamorinha) eu tenho acompanhado a série Gotham, é uma das minhas séries favoritas do momento, e eu gosto muito de ler os comentários dos fãs e interagir com eles. Com isso, eu acabei conhecendo o amor, AMOR, de algumas pessoas por vilões, e isso se tornou preocupante depois que alguns gostariam muito da morte de um personagem bom, por que ele é entediante. DE REPENTE ser BOM se tornou ENTEDIANTE. Entendeu? Eu fiquei apavorada.  

Desde quando as pessoas começaram a trocar o bem pela maldade? Desde quando ser mau é mais legal do que ser bom? E as pessoas eram tão obcecadas que eu não duvido em nada praticarem isso na vida real. "Sérião." Por que quando eu digo: "ah, aquele personagem é ótimo! todo poderoso, malvado, faz o que dá na telha, e ainda tem todos aqueles jargões maravilhosos" Eu digo isso dramaticamente, dentro de um contexto artístico, mas eu conheci pessoas que por suas palavras pareciam ser capazes de fazer o que digitaram. Enfim. Fiquei e estou preocupada com o mundo em que vivo. 

 Acho que não há nada de errado em gostar do que a gente escolhe gostar, mas acho muito importante deixar claro o que é certo e errado. Ser mau é o causa dos nossos problemas. TODOS eles. Não é por que um livro ou série mostra que isso pode ser "descolado" que é, ok? Um escritor de quadrinhos brasileiro diz em uma entrevista que esse mundo das HQs é "um modelo de comportamento", e é bem isso, não? A gente só precisa entender que tudo bem gostar dos vilões, mas eles não são modelos para a nossa sociedade.





sábado, 23 de abril de 2016

Arrow: por que tão complicado escritores?

 CONTÊM SPOILERS. 

Fonte: hdqwalls

Há quase um ano eu escrevi sobre Arrow. (x) E foi uma época em que eu esperava muito da série, e principalmente muito dos meus personagens favoritos. Mas como você deve saber, os últimos acontecimentos da quarta temporada me destruíram como fangirl.

Eu ainda não sei como escrever sobre isso. São muitos sentimentos embaralhados, muitas perguntas e quase nenhuma resposta. Mas vamos lá.

Marc, um dos produtores de Arrow decidiu que como arco para desenvolver a história do arqueiro ele deveria matar algum personagem importante, e que dentre TODOS seria Laurel Lance, a então Canário Negro.

Eu não sei se você acompanha quadrinhos, (eu particularmente não tenho muito tempo e dinheiro mas li todo o especial do Green Arrow e da Black Canary e já dava pra notar a lenda que esses dois eram) mas na minha visão pessoal matar a Canário é quase o mesmo que matar Bruce Wayne. Entende? E não é por que Laurel é uma mulher que é menos importante. Ela tem tanta importância quanto e história. Mas segundo Marc, eles estão fazendo SUA PRÓPRIA VERSÃO DO ARQUEIRO, e não tiveram nenhuma influência externa na escolha do personagem. SERÁ mesmo?

Lembra do post que eu tinha escrito? Lá eu citei a iminência de Felicity e isso se tornou tão absurdo que é assustador. Há tantas coisas sobre essa personagem, mas eu sempre bato o martelo que o maior problema com ela é que DO NADA o Oliver era o amor da vida dela, e vice versa. Não houve construção de relacionamento. Era claramente um atendimento aos inúmeros tweets e post no Tumblr e blogs afins dos fãs. É por isso que quem acompanhou todo o fandom sabe do que eu estou falando. Concordando ou não.

Marc ainda disse que os produtores nunca pensaram em reatar Laurel Lance e Oliver Queen por que a história deles já havia sido contada na primeira e segunda temporada. Eu digo mais, Marc. Laurel Lance e Oliver Queen poderia até estar OK, mas nunca foi contada a história do Arqueiro Verde e da Canário Negro. A Pretty Bird dele. O Ollie dela. Isso é cuspir na cara dos fãs.

A intenção não é ofender quem curte Oliver e Felicity, mas eu queria que ficasse claro os meus sentimentos, por que eu nunca solucei tanto com um personagem. Laurel Lance deserved so much better.

E ainda, não só como amor do Arqueiro Verde, mas como mulher. Uma personagem que passou da namorada traída para uma sobrevivente do alcoolismo não merecia ter uma morte SEM PROPÓSITO. E nada do que digam fará sentido, é tudo muito redundante.

Com tudo isso acontecendo eu ainda fico pensando na atriz. Ela não tem toda a coragem do Ben Mckenzie, por exemplo, que confessou os erros que eles cometeram com a primeira temporada de Gotham, então a Katie corre em círculos. Ás vezes ela diz que ficou feliz com o fim da Laurel, por que ela era muito forte e fez toda a sua trajetória. Ás vezes ela diz que foi um choque saber que Laurel morreria dali a dois episódios. Ás vezes ela vacila e diz que é assim mesmo a gente nunca sabe o que a TV pode fazer.

A gente entende o receio Katie.

Mas eu sempre penso na alegria dela ao descobrir que seria A Canário Negro, e em todo o esforço de tornar a personagem a altura. Em todas as fotos dos treinamentos, e isso me deixa ainda mais chateada.
É sobre isso que eu estou falando.

Fonte: laurelsalexis

Quando eu descobri que isso [se tornar a Canário Negro] estava acontecendo, eu enlouqueci. Por que eu estava tão animada. Eu quis tanto isso. Quero dizer, eu estava muito feliz.

E isso.


Sobre a verdadeira essência do Arqueiro. (eu não sei a origem do vídeo, se souber avisa? grata.) Era tudo o que eu queria ver. Desenvolvimento. E ah, antes que alguém comente (como minha mãe também fez): eles vão ressuscitar ela depois. Não irão. Marc deixou bem claro que não haverá isso, e além disso Nyssa destruiu o último poço de Lázaro. Ele ainda disse que a gente ainda poderá ver Laurel em flashbacks, crossovers e afins. Eu espero que todo mundo concorde que isso não é suficiente.

Eu ainda preciso fazer uma segunda parte sobre esse assunto, mas por enquanto basicamente, é: não construa personagens voláteis, existem os que morrem e os que vivem. Se um herói precisar morrer, toda a história deverá fazer sentido, mesmo que seja doloroso, mas isso tem que ser iminente, como Francis em Reign foi. Não construa um personagem e resolva matar ele por que suas opções de desenvolvimento da série acabaram. Um personagem não merece ser a carta coringa. SENTE E ESCREVA A TEMPORADA DECENTEMENTE. 


Uma última consideração: Andam circulando boatos do rumo que a atriz Katie Cassidy vai tomar, ela mudou a cor do cabelo várias vezes, e pro público ainda é meio complicado entender se ela entrará em crossovers, ainda está gravando flashbacks, ou se os produtores vão tratar ela de outro forma como Canário Negro. Por fim, eu só queria desabafar que a morte na Terra-1 (você assiste The Flash?) foi.apenas.ridícula.

Comente o que você pensa, só se lembre dos bons costumes ok? hahaha Vamos conversar. (:

E ah! Me siga no Tumblr, e no Twitter, é um dos caminhos mais rápidos pra atualização. :))

  



segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

642 coisas: 100 coisas para fazer antes de morrer.

Foto desse post MARAVILHOSO, vale a pena você ver. :)  (clica aqui)
Eu queria dividir aqui uma coisinha que decidi fazer: como você deve saber, eu faço (quando sinto vontade) alguma coisa da lista 642 coisas para escrever, e o tópico 129 dela é escrever uma lista de coisas para fazer antes de morrer. (Vou COM CERTEZA cumprir todas? Provavelmente não. Mas é legal pra acompanhar como certas coisas eram muito importantes e depois não fazem mais sentido. 

Dado esse fato, eu tinha feito a lista só em formato de publicação pro blog mesmo, mas como eu estou numa vibe meio "realizar coisas sérias na minha vida", decidi tornar ela física, pra eu sempre me lembrar de adicionar e conquistar meus sonhos.

É uma lista BEM pessoal, então eu não irei compartilhar aqui, mas queria deixar como inspiração, pra que a gente nunca se esqueça das coisas que temos que correr a trás que podem nos trazer felicidade. (mesmo que se forem pequenas). (:
Eu editei, mas o arquivo original para imprimir uma lista como a minha, é esse aqui: (x)




segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Análise do personagem: Dra. Leslie Thompkins | Gotham

Via
Então, sim, eu vim falar sobre Gotham novamente. Eu queria falar sobre uma coisa que vem me incomodando um pouquinho em relação a essa personagem, a Leslie. Vamos explicar quem é ela em Gotham (a série)?

Leslie é médica, legista, a consultora, a sabe-de-tudo e também a voz da consciência do detetive Jim Gordon. Na primeira temporada, depois de um problemão com o Jim, ele vai parar no Asilo Arkham, e lá ele conhece a Leslie, que é médica da ala feminina. 

O interessante dela, é a personalidade. É ela quem procura o Jim para tentar um relacionamento amoroso, é ela quem sempre defende o seu ponto de vista, e é ela que não tem medo de dizer a verdade. 


Via Blog Dizem por Aí.
"Você é hipócrita, Jim. Diz que quer ter uma mulher forte ao seu lado, para essa vida louca que escolheu ter, mas quando surge o problema, quer que eu fique em casa e faça biscoitos". 

TAPA NA CARA. E isso num segundo (talvez) encontro com ele. A resposta?

"Ahn... Não precisa ser biscoitos. Tortas, qualquer tipo de torta." - Ironia mode on. Eu amo o Jim (mais ou menos, vai. Isso é assunto pra outro post.)


Eu amo a Leslie, justamente por esse lado dela de fazer o que acha melhor, de dizer o que acha ser certo. Mas com uma personagem tão aberta pra se explorar novos caminhos, a série ainda prende ela somente como a namorada do Jim. ARGH.

Vocês perceberam o salto que eu dei sobre a personagem? Ela é a médica, e de repente é a namorada do Jim. PUFT. Somente isso. Quem é Leslie Thompkins? Do que ela é capaz? Qual seu passado? O que ela quer do futuro? GENTE, RESPOSTAS.

Eu vou dar um desconto, e dizer que ela não progrediu mais por que a atriz, Morena Baccarin, está grávida. Ok? OK. E com uma gestação de agora quase 6 meses, é meio complicado colocar a atriz/personagem em cenas mais fortes. Mas vamos nos dar as mãos e fazer uma prece aos autores? Quando a Morena ganhar o bebê, vocês prometem que darão a personagem o espaço que lhe é de direito? Obrigada. (Isso vale também para Dinnah Laurel Lance, em Arrow, Ok? OK...)

E mais uma coisa, essa personagem tem que evoluir, por que além da diferença colossal com os quadrinhos, (em relação a idade, vida pessoal) parece que ela é importante para o desenvolvimento do Bruce. E o único contato que a gente viu entre Bruce, Alfred e Leslie foi em UMA cena na SEGUNDA temporada. Chorei.

Se você ainda não conhece a série Gotham, tem um post sobre ela aqui. :D 



terça-feira, 10 de novembro de 2015

Vamos falar sobre Gotham?

Image and video hosting by TinyPic
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É uma série baseada nos personagens da DC Comics, que escolheu sob ponto de partida o momento após a morte dos pais de Bruce Waynes, o posteriormente Batman, e isso por si só já era muito perigoso.

Perigoso por dois motivos: 

1. Trabalhar um período de tempo não muito querido e conhecido pelos fãs poderia não trazer a audiência esperada;

2. Uma hora ou outra os fãs poderiam abandonar a série, ou forçar a barra pra que ela progredisse logo e o Batman surgisse. (Um progresso bem longo, por que a Gotham trabalha com o personagem tendo somente doze anos.)

A primeira temporada particularmente, (e eu não costumo sentir isso) foi bem feita, e todos os personagens, vilões ou não, são agradáveis para o público. Mas depois de ler o comentário do Ben Mckenzie sobre por que Gotham não foi tão bem recebida, eu me questionei se isso não era um problema deles terem assistido episódio avulsos (Por que quando você gosta de um episódio, é bem mais fácil assistir o próximo logo do que se perder na data de quando lançará o próximo, ou se esquecer quem era aquele vilão, ou aquele e aquele? Isso é mais fácil na Netflix, por exemplo, por que você tem toda a temporada pronta.)
"Acho que nós cometemos um erro, relativamente cedo, em introduzir um vilão e tentar lidar com ele até o final de um episódio. Capture-os, mande-os para Arkham, faça o que for. Isso foi um erro. Nós nunca deveríamos ter feito isso [...] Foram encomendados 16 [episódios]. Nós teríamos uma pausa e então retornaríamos para concluir a história, mas depois eles pediram mais seis episódios. Tivemos uma outra pausa para depois voltarmos novamente. É difícil para a audiência acompanhar tantas mudanças numa série, no sentido de quando está passando e quando não", ele criticou, acrescentando que é "desafiador" fidelizar um público: Há muita competição por aí [...] O público quer entender quem são esses personagens, viver com eles, sentar com eles e curti-los. Sejam eles bons ou maus, eles são divertidos. Então, é isso que vamos fazer na segunda temporada. Está realmente arrasadora. Acho que é exatamente o que os fãs querem ver". - Via.
Mas entendendo por que a série Gotham não é tão celebrada assim, agora vem os motivos para acompanhar ela.

Contando com o crescimento e amadurecimento (ou psicopatia) dos personagens, ela traz a história de como Gotham sempre foi escura e sombria. James Gordon é detetive e conta com seu companheiro Bullock para solucionar os assassinatos que vão ocorrendo ao longo da história, além de tentar desvendar os assassinos da família Waynes. O público conta com a máfia envolvendo Fish e Pinguim (esse último é um dos melhores), e a corrupção dentro da polícia. Algumas pistas vão sendo dadas em quem cada personagem vai se tornar no futuro, por exemplo, o Edward Nygma é provavelmente o Charada. 

O que eu acho interessante na série é que ela segue a palavra baseada nos personagens da DC, assim ela utiliza desses personagens mas não necessariamente fará as ligações pessoais que os quadrinhos apresentam. (Por exemplo, a Dra. Thompkins se envolve com o Gordon, não com o Alfred, pelo menos não por enquanto) E eles não estão fazendo muita questão de adiantar isso. 

Gotham é boa. É boa até na sua bizarrice, no impossível, e isso torna ela interessante. É um das únicas séries em que eu gosto de todo o elenco, mesmo em seus vilões. 

Atualmente a segunda temporada ainda está sendo transmitida e produzida, mas a olhadela para o oitavo episódio está me deixando louca! Veja só:

 
Acompanha Gotham? Eu demorei tanto pra assistir, e agora estou viciada. *U* Socorro!
 

domingo, 25 de outubro de 2015

(A maravilhosa série): The BlackList.


Via
Red (James Spader) é um fugitivo do FBI, mas então depois de décadas foragido ele resolve se entregar. Ele então revela que possui uma lista com todos os assassinos mais perigosos do mundo (dos quais a polícia nem desconfiava da existência) e que conhece seus paradeiros e planos futuros, e Red está disposto a entregar cada um deles ao FBI. Ele só tem duas condições: se manter livre, e somente trabalhar com a agente de análise de perfis Elizabeth Keen (Megan Boone).

The BlackList já caminha na terceira temporada nos EUA, mas somente agora está ganhando olhares mais atentos pelo público. 

Red tem uma interpretação única. Ele tem o seu estilo discreto, desconfiado, e um olhar que sabe mais do que diz, mas é aos poucos que a gente conhece o seu caráter. Ele também é um anti-herói (daqueles que a gente aprende no ensino médio em literatura), faz milhares de coisas erradas moralmente, mas ao mesmo tempo tem atitudes que a gente fica: meu Deus, ele é amor. E não tem como não amar e torcer pelo personagem, por que eu acho que no fundo ele é do tipo que os fins justificam os meios, e o público entende indiretamente isso. Concordando ou não.

Elizabeth inicia a série com a vida perfeita. Tem um bela casa, um marido bonito, um cachorro e um ótimo emprego. Mas quando Red entra em sua vida, tudo perde os eixos e ela tem que começar a lidar com a verdade de que tudo (tudo) o que ela acreditava ser seu, poderia não ser bem assim. Ela busca a justiça, mas começa a pender para o lado de matar ou morrer cada vez mais que Red entra na sua vida.

Além dos personagens principais, a gente ainda lida com a  (MARAVILHOSA) equipe do FBI. 

MAS CALMA AÍ, eu PRECISO falar sobre a trilha sonora dessa série. (calma.)

O que é aquilo? O que, o que é aquela trilha sonora, gente? Meu Deus do céu. *u*

Só ouçam essa música, e saquem todo o clima de The BlackList:

Saibam que: a série tem sim os pontos fracos (como em qualquer outra), mas ela é diferente, você consegue perceber que ela tem um objetivo a atingir e não vai atendendo ao apelo do público pelo caminho... Enfim. Tenho grandes esperanças para ela, e eu quero muito que o MUNDO conheça essa maravilha. Esses atores merecem reconhecimento. Sério. (:


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

The Age of Adaline | Filme

Fazia muito tempo em que eu não sentia vontade de começar e terminar um filme. Ainda é difícil encontrar boa fotografia, bons atores, com um bom enredo. (Eu sou muito chata em relação a isso). E então eu me arrisquei em The Age of Adaline. (em português: A incrível história de Adaline. (Não me pergunte por quê.))


Na década de 20, Adaline (Blake Lively) tinha 29 anos quando perdeu o seu marido, e quase que praticamente também parou de envelhecer. Agora, por décadas, ela tem que esconder do mundo sua condição, onde presenciou momentos marcantes na história, conheceu pessoas importantes, e ainda tem que lidar com a morte de entes queridos, o envelhecimento de sua filha, a dura realidade de não poder ter mais um relacionamento amoroso, tudo isso enquanto ela ainda permanece com a aparência de uma moça de 29 anos.


A primeira coisa que me chamou a atenção para ver o filme foi a fotografia. O filme é todo recortado, e emendado de uma das maneiras que eu mais amo em uma história: a narrativa. Em terceira pessoa, a história fica com um ar de fábula, e é como se não somente a visão de Adaline fosse contada. O figurino mistura tendências de uma das minhas épocas favoritas: os anos 20. O jeito de falar, se expressar, andar, as músicas. Tudo é muito delicado, e mesmo que conduza a trama para os dias atuais, não se perde a sensualidade e delicadeza da personagem. 

Basicamente, assisti esse filme duas vezes: sozinha e com a minha mãe. (Só pra você ter certeza de que ele é bom mesmo).

Adaline tem algumas sacadas ft. Sherlock Holmes (se você perceber depois me conta), ela também é paciente, e calma, e é como eu li em outra resenha: assim se mostra a sabedoria de uma mulher que viveu por décadas.

Eu não diria que o romance que se desenvolve é o mais interessante para ir ver o filme. É bom? Sim! Mas tem questões muito mais bonitas além dele. A cena com o cachorro de Adaline: chorei muito, confesso. 


Minha mãe disse que não gostou do filme, por causa de seu final. Eu adorei. Por que deixa uma mensagem tão... sincera. De que tudo o que a gente precisa na vida, na verdade vai acontecer de uma maneira ou de outra. 

    Nota: Image and video hosting by TinyPic


Já viu o filme? Conversa comigo! Senão, sentiu vontade? Espero que você curta tanto quanto eu. (:





domingo, 28 de junho de 2015

"Desventuras em Série": os livros e a produção da Netflix.

Yey! Recentemente saiu a notícia de que a Neflix irá começar a produzir em formato de série, a sequência de livros "Desventuras em Série"! Eu fiquei tão animada, que decidi que precisava ler todos os livros antes que fosse lançada. Por isso, no dia seguinte que eu soube da notícia, re-assisti ao filme, e logo comecei a ler o primeiro volume. 

Via
São 13 livros, e eles são intitulados:

1 The Bad Beginning                         Mau Começo
2 The Reptile Room                         A Sala dos Répteis
3 The Wide Window                         O Lago das Sanguessugas
4 The Miserable Mill                         Serraria Baixo-Astral
5 The Austere Academy                 Inferno no Colégio Interno
6 The Ersatz Elevator                         O Elevador Ersatz
7 The Vile Village                         A Cidade Sinistra dos Corvos
8 The Hostile Hospital                 Hospital Hostil
9 The Carnivorous Carnival O Espetáculo Carnívoro
10 The Slippery Slope                 O Escorregador de Gelo
11 The Grim Grotto                         A Gruta Gorgônea
12 The Penultimate Peril                 O Penúltimo Perigo
13 The End                                         O Fim


Eu sei que são livros um tanto ''velhos'' e que muita gente já leu, mas ela só não foi minha leitura antes por que é também bem cara. Eu não entendo como o primeiro livro, por exemplo, com 90 páginas pode custar R$ 30,00. NOVENTA PÁGINAS. Pra mim, é um absurdo. Mais impossível, no momento ainda, é comprar a série inteira. (embora eu queria muito :| ) O jeito então é ler por PDF, né?

Eu estou animada em fazer a leitura também por que é a minha primeira série em livros

Com o primeiro volume, eu ainda não consegui me desvencilhar da imagem dos atores do filme.E eu ainda não tem tenho certeza se quero que isso aconteça. O que eu queria mesmo, era que o ator no filme que interpreta o Klaus, tivesse óculos como no livro. :P 

Via
Sou absolutamente apaixonada pela modo como a história é narrada (principalmente o começo), e em como o autor conversa com sentimentos comum ao leitor durante a narrativa. <3

Se você não conhece a história, vou deixar a sinopse, e o link da notícia da produção da série. :D


Desventuras em Série narra a saga dos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire. Após a morte de seus pais, o trio é colocado sob custódia de um parente distante, o vilão Conde Olaf, que está interessado apenas na herança deixada para as crianças. - Reportagem.
 Ah, se quiser ler os livros em PDF, estou lendo pelo site LeLivros. Estão tão animados como eu!? Enjoy!


Atualização: Saiu o teaser da produção da série! Olha só que amor! <3





quarta-feira, 27 de maio de 2015

As (minhas) 3 melhores séries do Netflix.

Me rendi ao Netflix, e por causa dele, consegui engatar em algumas séries que antes eu não tinha a menor disposição para assistir no computador, por exemplo. Enjoy!

Via
Eu demorei muito para engatar com Bates Motel. Muito. A série tem um teor tenso e pesado (por isso a demora), e talvez ela dependa do seu estado de espirito do momento. Para quem não sabe, a série é baseada na obra Psicose (de Robert Bloch livro e Alfred Hitchcock filme), eu não li o livro, mas assisti ao filme, e comparando á série, na verdade, não tem nem como comparar, por que a série é freneticamente focada no relacionamento peculiar entre a Norma e o Norman, enquanto no filme, a mãe está morta. Mas ela vira e meche, trás referências de Psicose.


Norma compra um Motel de beira de estrada para recomeçar a vida com seu filho, depois que seu marido morre. Ela e o Norman tem um relacionamento quase incesto, mas que ainda não beirou as vias de fato, (se é que vai). As pessoas na cidade escondem cada uma o seu segredo, e Norma e seu filho também devem fazer (e fazem) de tudo para esconder os seus. 

Eu absolutamente amo a série (é uma pena que a Neflix ainda não atualizou as outras temporadas), os personagens são instigantes, e a história até agora vem sendo muito bem escrita. Vale muito a pena acompanhar!

Via
Downton Abbey foi um tiro no escuro. E provavelmente o meu melhor tiro. Hehe. Eu já ouvia algumas críticas positivas sobre ela fazia um tempo, mas nunca tirei do meu tempo para acompanhar. Daí!... Criei coragem, e com cada episódio com cinquenta ou uma hora e meia de duração, eu me vi totalmente fisgada, tanto pela história como pelos personagens.

Depois do naufrágio do Titanic, o destino da herança de um dos passageiros se torna preocupação para a família de Downton Abbey, já que pela tradição britânica, a mulher não pode herdar o dinheiro, então ele é destinado a um dos parentes mais próximos, que no caso é um primo que a família nunca teve qualquer contato.
Esse é o pontapé inicial para o desenrolar dos conflitos tanto da família quanto dos empregados.

As questões que a série trata também é sempre interessante, como o direito ao voto da mulher, os excessos da elite, por exemplo.
É uma série completamente inglesa. Eles não tem a preocupação de explicar seus costumes para outras culturas, sabe? Eu só consegui acompanhar o barco, por que já tinha lido Jane Austen (no caso da herança, por exemplo.)

Todos os personagens são maravilhosos, em seus defeitos e qualidades. E tenho que comentar que: todos os que eu amo morrem. Adeus. hahahahaha




SHERLOCK! É tão boa que eu fiz minha mãe assistir, e re-assisti com ela todos os episódios. Sou completamente apaixonada pela história, e amo o Benedict (<3).


Agora ambientada no mundo moderno, Sherlock e Dr. Watson resolvem os crimes que chegam em suas mãos, mais como um meio do Sherlock se manter afastado das drogas também. E como todo bom herói (ou anti-herói?), Holmes também se confronta com alguns inimigos, e são eles que o fazem ver que ele tem ao seu redor algumas pessoas que realmente se importam com ele.



Eu já tinha comentado sobre a série, neste post. Mas é irresistível não re-recomendar ela para as pessoas. Os personagens são trabalhados em seus pontos fortes e fracos ao extremos, e a relação entre eles é maravilhosa. Baseada nas obras de Sir. Arthur Conan Doyle não poderia ser melhor. (:


Atualmente, a série está em hiatus na terceira temporada. Mas está sendo produzida a quarta, (que só Deus sabe quando será lançada). Cada temporada tem três episódios, com uma hora e meia cada um.



Essas são as minhas séries amorzinhos do momento (se é que dá pra chamar Bates Motel assim, hahahaha), mas eu também tenho muita sede de conhecer outras séries tão boas quantos, eu só tenho um problema: não consigo seguir os fandoms da vida. Orange is the New Black, Breaking Bad, Dexter, Vampire Diaries, Supernatural, The Big Bang Theory, vocês entenderam né? Essas séries que TODO mundo ama, nunca consegue ser 100% boa para mim. 
Tenho assistido muitas produções britânicas (quase sem querer), como Doctor Who (que eu ainda estou tentando engatar, mas que tem premissas de ser muito boa), Ripper Street, com o meu querido Matthew MacFadyen (que é pesadíssima no primeiro episódio, então eu estou vendo ainda se consigo acompanhá-la), e os óbvios dessa resenha: Sherlock e Downton Abbey.

Então por favor! Comente quais as séries que vocês acompanham! Eu adoro novas indicações. (::







sexta-feira, 8 de maio de 2015

Você conhece a Chloe?

Via

Eu tinha vontade de falar sobre ela fazia muito tempo, mas eu sempre pensei: "todo mundo deve conhecê-la, por que apresentar o que já foi apresentado?" Mas então eu fiquei surpresa como algumas pessoas ao meu redor, ainda não conheciam a Chloe, por isso imaginei que esse número pudesse ser maior.


Chloe Lukasiak (13) é americana, dançarina. Desde os seus três ou quatro anos ela faz aulas de dança, e ficou ainda mais conhecida depois que o estúdio em que estudava, Abby Lee Dance Company, assinou um contrato com uma emissora e o dia a dia no estúdio virou uma série.


Dance Moms é atualmente transmitido pelo canal Life Time na TV á cabo, e a quarta temporada estréia no próximo dia 10. São várias as meninas da equipe, mas dentre todas eu sou afetuosamente puxada pela Chloe. 

Ninguém sabe, mas até os sete ou oito anos eu fazia Ballet (anw), mas eu parei por vários motivos. E ver na Chloe, o corpo, os pés, a postura, e a emoção de uma bailarina foi nostálgico.

Via
Quando a série de TV começou, admito, eu era apaixonada por outra dançarina: a Maddie. Sabe? A mesma moça que protagoniza a música Chandelier da Sia? Então. Eu achava ela super doce, com uma expressão incrível, mas depois de algum tempo acompanhando os bastidores do programa, eu peguei birra dela. (me julguem). Tanto pela sua mãe, como pelo tratamento especial que ela tinha com a professora Abby Lee Miller. E depois, de ver como a Chloe era linda, e mesmo sendo mal tratada pela professora (que não gostava da sua mãe), ela ainda conseguia ser doce e incrível. E mesmo não conseguindo ganhar todas as competições, a Chloe ainda era uma inspiração. 

Atualmente, ela não está mais na série de TV. Por motivos pessoais. (depois procura na internet o barraco que rolou entre a Christie (sua mãe) e a Abby (sua professora)) Mas ela se tornou mais ativa em seu canal no youtube, e compartilha desde viagens em família, até as suas danças no novo estúdio, chamado Studio 19.

Ela claramente está tentando se tornar mais profissional e conseguir trabalhos melhores. Protagonizou o vídeo clipe da cantora Jess Godwin, chamado Fool me once:



E fez uma versão sua da música Love is Blindness, no cover do Jack White:



Eu vou deixar abaixo os meus três solos favoritos (ever) da Chloe. Eu espero que vocês curtam, e que possam procurar mais sobre o trabalho dela. Torço muito um dia em ver a Chloe em um vídeo clipe de um cantor famosíssimo, assim como aconteceu com a Maddie. :D




Eu já mostrei essa dança, nesse post, mas ela é tão linda e eu a amo tanto, que merece um repeat. (:




E você? Assiste a série ou conhecia a Chloe? Se sim, qual a sua dançarina favorita? Comente e compartilhe sua opinião. (:





domingo, 12 de abril de 2015

Casais que todo mundo deveria conhecer! Parte II

Yey! Eu finalmente achei um motivo para falar sobre isso! Desde o meu primeiro post sobre Casais que todo mundo deveria conhecer, eu tentei encontrar uma maneira de apresentar um outro casal que eu shippo desde sempre e não sabia (?) daí! Um vídeo feliz me lembrou que havia também outro casal que eu amei muito, e que todo mundo deveria conhecer ele (também!). Vamos devagar.


2. Nick e Jess - New Girl





New Girl era a minha série amorzinho desde o início. Tenho lembranças lindas com ela, e risos incontroláveis com os dois primeiros episódios. Porém, nem tudo é perfeito,e eu me desliguei da série a partir da terceira temporada. Nick e Jess eram o desejo de formação de par da série, eles tinham uma tensão boa (daquelas que a gente olha e pensa: ok, podem se beijar já!), tinha cenas fofas e engraçadas juntas, então todo mundo queria eles juntos (e ainda querem, pelo o que li ultimamente).Negavam que gostavam um do outro, sempre. (quê? eu não gosto dele! Somos só amigos! (...))




Já dizia a Lully em seu canal do youtube, que o problema com as séries que é os produtores fazem o que o público quer, né? E foi isso que aconteceu com New Girl, o público gostou de Nick e Jess e assim teve. Só que, eu não sei por que raios de motivos, a partir do final da segunda temporada, ambos se separaram. Fui forte, confesso, e continuei com a terceira temporada, porém o problema só aumentou: a série perdeu a direção para mim, ela se tornou com um teor desnecessariamente sexual querendo forças o humor (onde não havia), daí eu parei com New Girl. Mas quando eu encontrei esse vídeo no youtube, eu percebi o quanto eu amava aqueles dois, e o quanto a série era especial para mim, e o quanto ela ainda poderia ser.


Se eu vou voltar a ver New Girl? Sinceramente, não sei. Preciso de opiniões e é difícil achar brasileiros comentando ela. :/ Por isso ultimamente eu tenho me alimentado de NCIS. hehe

1. Tony Dinozzo e Ziva David (TIVA!) - NCIS


Cote e Michael

Todo o mundo entrou em uma discussão se Tony e Ziva tinha mesmo um relacionamento secreto (do mesmo gênero de: eu não gosto dela! Não mesmo!; mas que os olhares e a tensão dizem o contrário, sabe?) ou se eles eram somente amigos. Eu sou do time de que eles tinham um amor em segredo, até por que ambos eram agentes federais e a regra número 12 consiste em nunca se envolver com um colega de trabalho. Além do mais, tanto o Tony quanto a Ziva são romanticamente problemáticos. 

Eles sempre se envolvem em outras relações complicadas, e sempre quebram a cara. Agora eu enxergo que a Ziva nunca teve coragem para se entregar em uma relacionamento, na agencia ela é considerada pelo Tony como uma Ninja do Mossad, que é treinada para matar. A Ziva matou seu irmão em um caso, e  teve sua irmã e mãe mortas, e mais tarde seu pai. Ela fica totalmente desestruturada, e não teve forças para assumir sentimentos. O Tony foi criado em um colégio interno, seu pai é ambicioso e nunca passou tempo o suficiente com o filho, e sua mãe,se não me engano agora, também morreu/morta. O Tony faz piadas e  citações dos filmes para esconder seus sentimentos. E esse é um dos pontos que me aproxima dele.

Apesar disso tudo, eles tem um química incrível, e o que me faz amá-los ainda mais, é que esse sentimento também é evidente fora das telas. Michael e Cote são grandes amigos, (tipo, grande no mais amplo sentido da palavra), e poderiam facilmente serem um casal real. (ué.)

Tony e Ziva


Como New Girl, Tony e Ziva eram os queridinhos, eram engraçados, havia uma tensão e havia química, a única diferença foi que os produtores nunca verbalizaram que eles eram um casal, tudo ficava por interpretação ou nas entrelinhas com diálogos ambíguos, olhares e sorrisos. 


Meus longos anos de experiência com Psicologia me dizem que eu tenho um gosto particular por homens que fazem mulheres sorrir. Sério. Tanto que, os dois casais desse post são cômicos e o primeiro nem faz parte de uma série de humor. Nesses últimos meses eu tenho sofrido com NCIS, principalmente por que a Cote sai da série  na décima primeira temporada. :'(



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