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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Gostar de vilões nem sempre é tão legal quanto parece.

Há alguns anos atrás, eu escrevi sobre como eu gostava de vilões, sobre como eles poderiam (e eram) fascinantes, e podiam ter muito mais caminhos a ser explorados do que os mocinhos. E até que eles faziam coisas que a gente não podia fazer na vida real. Só que isso acabou se virando contra mim. 
Juro que perdi o autor do gif, se souber me avisa. :(
Entenda.

Meu ponto de vista continua o mesmo, mas... Ultimamente como você deve saber (e se me acompanha no twitter sabe mesmo! @superamorinha) eu tenho acompanhado a série Gotham, é uma das minhas séries favoritas do momento, e eu gosto muito de ler os comentários dos fãs e interagir com eles. Com isso, eu acabei conhecendo o amor, AMOR, de algumas pessoas por vilões, e isso se tornou preocupante depois que alguns gostariam muito da morte de um personagem bom, por que ele é entediante. DE REPENTE ser BOM se tornou ENTEDIANTE. Entendeu? Eu fiquei apavorada.  

Desde quando as pessoas começaram a trocar o bem pela maldade? Desde quando ser mau é mais legal do que ser bom? E as pessoas eram tão obcecadas que eu não duvido em nada praticarem isso na vida real. "Sérião." Por que quando eu digo: "ah, aquele personagem é ótimo! todo poderoso, malvado, faz o que dá na telha, e ainda tem todos aqueles jargões maravilhosos" Eu digo isso dramaticamente, dentro de um contexto artístico, mas eu conheci pessoas que por suas palavras pareciam ser capazes de fazer o que digitaram. Enfim. Fiquei e estou preocupada com o mundo em que vivo. 

 Acho que não há nada de errado em gostar do que a gente escolhe gostar, mas acho muito importante deixar claro o que é certo e errado. Ser mau é o causa dos nossos problemas. TODOS eles. Não é por que um livro ou série mostra que isso pode ser "descolado" que é, ok? Um escritor de quadrinhos brasileiro diz em uma entrevista que esse mundo das HQs é "um modelo de comportamento", e é bem isso, não? A gente só precisa entender que tudo bem gostar dos vilões, mas eles não são modelos para a nossa sociedade.





sábado, 23 de abril de 2016

Arrow: por que tão complicado escritores?

 CONTÊM SPOILERS. 

Fonte: hdqwalls

Há quase um ano eu escrevi sobre Arrow. (x) E foi uma época em que eu esperava muito da série, e principalmente muito dos meus personagens favoritos. Mas como você deve saber, os últimos acontecimentos da quarta temporada me destruíram como fangirl.

Eu ainda não sei como escrever sobre isso. São muitos sentimentos embaralhados, muitas perguntas e quase nenhuma resposta. Mas vamos lá.

Marc, um dos produtores de Arrow decidiu que como arco para desenvolver a história do arqueiro ele deveria matar algum personagem importante, e que dentre TODOS seria Laurel Lance, a então Canário Negro.

Eu não sei se você acompanha quadrinhos, (eu particularmente não tenho muito tempo e dinheiro mas li todo o especial do Green Arrow e da Black Canary e já dava pra notar a lenda que esses dois eram) mas na minha visão pessoal matar a Canário é quase o mesmo que matar Bruce Wayne. Entende? E não é por que Laurel é uma mulher que é menos importante. Ela tem tanta importância quanto e história. Mas segundo Marc, eles estão fazendo SUA PRÓPRIA VERSÃO DO ARQUEIRO, e não tiveram nenhuma influência externa na escolha do personagem. SERÁ mesmo?

Lembra do post que eu tinha escrito? Lá eu citei a iminência de Felicity e isso se tornou tão absurdo que é assustador. Há tantas coisas sobre essa personagem, mas eu sempre bato o martelo que o maior problema com ela é que DO NADA o Oliver era o amor da vida dela, e vice versa. Não houve construção de relacionamento. Era claramente um atendimento aos inúmeros tweets e post no Tumblr e blogs afins dos fãs. É por isso que quem acompanhou todo o fandom sabe do que eu estou falando. Concordando ou não.

Marc ainda disse que os produtores nunca pensaram em reatar Laurel Lance e Oliver Queen por que a história deles já havia sido contada na primeira e segunda temporada. Eu digo mais, Marc. Laurel Lance e Oliver Queen poderia até estar OK, mas nunca foi contada a história do Arqueiro Verde e da Canário Negro. A Pretty Bird dele. O Ollie dela. Isso é cuspir na cara dos fãs.

A intenção não é ofender quem curte Oliver e Felicity, mas eu queria que ficasse claro os meus sentimentos, por que eu nunca solucei tanto com um personagem. Laurel Lance deserved so much better.

E ainda, não só como amor do Arqueiro Verde, mas como mulher. Uma personagem que passou da namorada traída para uma sobrevivente do alcoolismo não merecia ter uma morte SEM PROPÓSITO. E nada do que digam fará sentido, é tudo muito redundante.

Com tudo isso acontecendo eu ainda fico pensando na atriz. Ela não tem toda a coragem do Ben Mckenzie, por exemplo, que confessou os erros que eles cometeram com a primeira temporada de Gotham, então a Katie corre em círculos. Ás vezes ela diz que ficou feliz com o fim da Laurel, por que ela era muito forte e fez toda a sua trajetória. Ás vezes ela diz que foi um choque saber que Laurel morreria dali a dois episódios. Ás vezes ela vacila e diz que é assim mesmo a gente nunca sabe o que a TV pode fazer.

A gente entende o receio Katie.

Mas eu sempre penso na alegria dela ao descobrir que seria A Canário Negro, e em todo o esforço de tornar a personagem a altura. Em todas as fotos dos treinamentos, e isso me deixa ainda mais chateada.
É sobre isso que eu estou falando.

Fonte: laurelsalexis

Quando eu descobri que isso [se tornar a Canário Negro] estava acontecendo, eu enlouqueci. Por que eu estava tão animada. Eu quis tanto isso. Quero dizer, eu estava muito feliz.

E isso.


Sobre a verdadeira essência do Arqueiro. (eu não sei a origem do vídeo, se souber avisa? grata.) Era tudo o que eu queria ver. Desenvolvimento. E ah, antes que alguém comente (como minha mãe também fez): eles vão ressuscitar ela depois. Não irão. Marc deixou bem claro que não haverá isso, e além disso Nyssa destruiu o último poço de Lázaro. Ele ainda disse que a gente ainda poderá ver Laurel em flashbacks, crossovers e afins. Eu espero que todo mundo concorde que isso não é suficiente.

Eu ainda preciso fazer uma segunda parte sobre esse assunto, mas por enquanto basicamente, é: não construa personagens voláteis, existem os que morrem e os que vivem. Se um herói precisar morrer, toda a história deverá fazer sentido, mesmo que seja doloroso, mas isso tem que ser iminente, como Francis em Reign foi. Não construa um personagem e resolva matar ele por que suas opções de desenvolvimento da série acabaram. Um personagem não merece ser a carta coringa. SENTE E ESCREVA A TEMPORADA DECENTEMENTE. 


Uma última consideração: Andam circulando boatos do rumo que a atriz Katie Cassidy vai tomar, ela mudou a cor do cabelo várias vezes, e pro público ainda é meio complicado entender se ela entrará em crossovers, ainda está gravando flashbacks, ou se os produtores vão tratar ela de outro forma como Canário Negro. Por fim, eu só queria desabafar que a morte na Terra-1 (você assiste The Flash?) foi.apenas.ridícula.

Comente o que você pensa, só se lembre dos bons costumes ok? hahaha Vamos conversar. (:

E ah! Me siga no Tumblr, e no Twitter, é um dos caminhos mais rápidos pra atualização. :))

  



segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Análise do personagem: Dra. Leslie Thompkins | Gotham

Via
Então, sim, eu vim falar sobre Gotham novamente. Eu queria falar sobre uma coisa que vem me incomodando um pouquinho em relação a essa personagem, a Leslie. Vamos explicar quem é ela em Gotham (a série)?

Leslie é médica, legista, a consultora, a sabe-de-tudo e também a voz da consciência do detetive Jim Gordon. Na primeira temporada, depois de um problemão com o Jim, ele vai parar no Asilo Arkham, e lá ele conhece a Leslie, que é médica da ala feminina. 

O interessante dela, é a personalidade. É ela quem procura o Jim para tentar um relacionamento amoroso, é ela quem sempre defende o seu ponto de vista, e é ela que não tem medo de dizer a verdade. 


Via Blog Dizem por Aí.
"Você é hipócrita, Jim. Diz que quer ter uma mulher forte ao seu lado, para essa vida louca que escolheu ter, mas quando surge o problema, quer que eu fique em casa e faça biscoitos". 

TAPA NA CARA. E isso num segundo (talvez) encontro com ele. A resposta?

"Ahn... Não precisa ser biscoitos. Tortas, qualquer tipo de torta." - Ironia mode on. Eu amo o Jim (mais ou menos, vai. Isso é assunto pra outro post.)


Eu amo a Leslie, justamente por esse lado dela de fazer o que acha melhor, de dizer o que acha ser certo. Mas com uma personagem tão aberta pra se explorar novos caminhos, a série ainda prende ela somente como a namorada do Jim. ARGH.

Vocês perceberam o salto que eu dei sobre a personagem? Ela é a médica, e de repente é a namorada do Jim. PUFT. Somente isso. Quem é Leslie Thompkins? Do que ela é capaz? Qual seu passado? O que ela quer do futuro? GENTE, RESPOSTAS.

Eu vou dar um desconto, e dizer que ela não progrediu mais por que a atriz, Morena Baccarin, está grávida. Ok? OK. E com uma gestação de agora quase 6 meses, é meio complicado colocar a atriz/personagem em cenas mais fortes. Mas vamos nos dar as mãos e fazer uma prece aos autores? Quando a Morena ganhar o bebê, vocês prometem que darão a personagem o espaço que lhe é de direito? Obrigada. (Isso vale também para Dinnah Laurel Lance, em Arrow, Ok? OK...)

E mais uma coisa, essa personagem tem que evoluir, por que além da diferença colossal com os quadrinhos, (em relação a idade, vida pessoal) parece que ela é importante para o desenvolvimento do Bruce. E o único contato que a gente viu entre Bruce, Alfred e Leslie foi em UMA cena na SEGUNDA temporada. Chorei.

Se você ainda não conhece a série Gotham, tem um post sobre ela aqui. :D 



terça-feira, 10 de novembro de 2015

Vamos falar sobre Gotham?

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É uma série baseada nos personagens da DC Comics, que escolheu sob ponto de partida o momento após a morte dos pais de Bruce Waynes, o posteriormente Batman, e isso por si só já era muito perigoso.

Perigoso por dois motivos: 

1. Trabalhar um período de tempo não muito querido e conhecido pelos fãs poderia não trazer a audiência esperada;

2. Uma hora ou outra os fãs poderiam abandonar a série, ou forçar a barra pra que ela progredisse logo e o Batman surgisse. (Um progresso bem longo, por que a Gotham trabalha com o personagem tendo somente doze anos.)

A primeira temporada particularmente, (e eu não costumo sentir isso) foi bem feita, e todos os personagens, vilões ou não, são agradáveis para o público. Mas depois de ler o comentário do Ben Mckenzie sobre por que Gotham não foi tão bem recebida, eu me questionei se isso não era um problema deles terem assistido episódio avulsos (Por que quando você gosta de um episódio, é bem mais fácil assistir o próximo logo do que se perder na data de quando lançará o próximo, ou se esquecer quem era aquele vilão, ou aquele e aquele? Isso é mais fácil na Netflix, por exemplo, por que você tem toda a temporada pronta.)
"Acho que nós cometemos um erro, relativamente cedo, em introduzir um vilão e tentar lidar com ele até o final de um episódio. Capture-os, mande-os para Arkham, faça o que for. Isso foi um erro. Nós nunca deveríamos ter feito isso [...] Foram encomendados 16 [episódios]. Nós teríamos uma pausa e então retornaríamos para concluir a história, mas depois eles pediram mais seis episódios. Tivemos uma outra pausa para depois voltarmos novamente. É difícil para a audiência acompanhar tantas mudanças numa série, no sentido de quando está passando e quando não", ele criticou, acrescentando que é "desafiador" fidelizar um público: Há muita competição por aí [...] O público quer entender quem são esses personagens, viver com eles, sentar com eles e curti-los. Sejam eles bons ou maus, eles são divertidos. Então, é isso que vamos fazer na segunda temporada. Está realmente arrasadora. Acho que é exatamente o que os fãs querem ver". - Via.
Mas entendendo por que a série Gotham não é tão celebrada assim, agora vem os motivos para acompanhar ela.

Contando com o crescimento e amadurecimento (ou psicopatia) dos personagens, ela traz a história de como Gotham sempre foi escura e sombria. James Gordon é detetive e conta com seu companheiro Bullock para solucionar os assassinatos que vão ocorrendo ao longo da história, além de tentar desvendar os assassinos da família Waynes. O público conta com a máfia envolvendo Fish e Pinguim (esse último é um dos melhores), e a corrupção dentro da polícia. Algumas pistas vão sendo dadas em quem cada personagem vai se tornar no futuro, por exemplo, o Edward Nygma é provavelmente o Charada. 

O que eu acho interessante na série é que ela segue a palavra baseada nos personagens da DC, assim ela utiliza desses personagens mas não necessariamente fará as ligações pessoais que os quadrinhos apresentam. (Por exemplo, a Dra. Thompkins se envolve com o Gordon, não com o Alfred, pelo menos não por enquanto) E eles não estão fazendo muita questão de adiantar isso. 

Gotham é boa. É boa até na sua bizarrice, no impossível, e isso torna ela interessante. É um das únicas séries em que eu gosto de todo o elenco, mesmo em seus vilões. 

Atualmente a segunda temporada ainda está sendo transmitida e produzida, mas a olhadela para o oitavo episódio está me deixando louca! Veja só:

 
Acompanha Gotham? Eu demorei tanto pra assistir, e agora estou viciada. *U* Socorro!
 

domingo, 25 de outubro de 2015

(A maravilhosa série): The BlackList.


Via
Red (James Spader) é um fugitivo do FBI, mas então depois de décadas foragido ele resolve se entregar. Ele então revela que possui uma lista com todos os assassinos mais perigosos do mundo (dos quais a polícia nem desconfiava da existência) e que conhece seus paradeiros e planos futuros, e Red está disposto a entregar cada um deles ao FBI. Ele só tem duas condições: se manter livre, e somente trabalhar com a agente de análise de perfis Elizabeth Keen (Megan Boone).

The BlackList já caminha na terceira temporada nos EUA, mas somente agora está ganhando olhares mais atentos pelo público. 

Red tem uma interpretação única. Ele tem o seu estilo discreto, desconfiado, e um olhar que sabe mais do que diz, mas é aos poucos que a gente conhece o seu caráter. Ele também é um anti-herói (daqueles que a gente aprende no ensino médio em literatura), faz milhares de coisas erradas moralmente, mas ao mesmo tempo tem atitudes que a gente fica: meu Deus, ele é amor. E não tem como não amar e torcer pelo personagem, por que eu acho que no fundo ele é do tipo que os fins justificam os meios, e o público entende indiretamente isso. Concordando ou não.

Elizabeth inicia a série com a vida perfeita. Tem um bela casa, um marido bonito, um cachorro e um ótimo emprego. Mas quando Red entra em sua vida, tudo perde os eixos e ela tem que começar a lidar com a verdade de que tudo (tudo) o que ela acreditava ser seu, poderia não ser bem assim. Ela busca a justiça, mas começa a pender para o lado de matar ou morrer cada vez mais que Red entra na sua vida.

Além dos personagens principais, a gente ainda lida com a  (MARAVILHOSA) equipe do FBI. 

MAS CALMA AÍ, eu PRECISO falar sobre a trilha sonora dessa série. (calma.)

O que é aquilo? O que, o que é aquela trilha sonora, gente? Meu Deus do céu. *u*

Só ouçam essa música, e saquem todo o clima de The BlackList:

Saibam que: a série tem sim os pontos fracos (como em qualquer outra), mas ela é diferente, você consegue perceber que ela tem um objetivo a atingir e não vai atendendo ao apelo do público pelo caminho... Enfim. Tenho grandes esperanças para ela, e eu quero muito que o MUNDO conheça essa maravilha. Esses atores merecem reconhecimento. Sério. (:


domingo, 27 de setembro de 2015

O pior spoiler da minha vida: Gossip Girl

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Então... Eu estava em uma vibe de assistir muitas e muitas séries uma atrás da outra. Terminei Doctor Who semana passada, engatei em Gotham, e enquanto a nova temporada de Arrow não estréia no Netflix, eu decidi assistir Gossip Girl por que eu queria ver drama. Muito drama, afinal. 

Quando eu estava lá no final da primeira temporada, eu disse a mim mesma: puxa, mesmo que quem seja a Garota do Blog possa ser o maior mistério da série, eu acho que eu estou gostando mesmo por causa do Dan e da Serena. Então tá, eu nem vou me preocupar em descobrir quem é a Garota do Blog.

Só que eu tenho a péssima mania de depois de gostar muito de alguma coisa correr atrás de todas as páginas da internet por curiosidades, ou notícias velhas. E eu sabia algumas coisa - como por exemplo, quem terminava com quem, por causa da revista Capricho na época - da série, mas eu nunca tinha pego o spoiler de quem era a Garota do Blog. Não me vacinei esse ano. #chorando

PIOR momento. E agora onde eu enfio essa minha sensação de não querer mais ver a série, gente? Socorro! 

Eu fico revivendo todos os momentos em que a Garota narra a série na minha cabeça, e eu tenho mais ou menos essa reação:

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Enfim. Só queria compartilhar esse momento. Eu tenho um milhão de teorias da maneira como ela foi escrita, mas eu ainda quero (ou queria) terminar a série para falar com todos os pingos nos is.

Aliás, ninguém tem mais sorte de shippar um casal nas telas que também namoram na vida real do que eu.

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XO!


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

The Age of Adaline | Filme

Fazia muito tempo em que eu não sentia vontade de começar e terminar um filme. Ainda é difícil encontrar boa fotografia, bons atores, com um bom enredo. (Eu sou muito chata em relação a isso). E então eu me arrisquei em The Age of Adaline. (em português: A incrível história de Adaline. (Não me pergunte por quê.))


Na década de 20, Adaline (Blake Lively) tinha 29 anos quando perdeu o seu marido, e quase que praticamente também parou de envelhecer. Agora, por décadas, ela tem que esconder do mundo sua condição, onde presenciou momentos marcantes na história, conheceu pessoas importantes, e ainda tem que lidar com a morte de entes queridos, o envelhecimento de sua filha, a dura realidade de não poder ter mais um relacionamento amoroso, tudo isso enquanto ela ainda permanece com a aparência de uma moça de 29 anos.


A primeira coisa que me chamou a atenção para ver o filme foi a fotografia. O filme é todo recortado, e emendado de uma das maneiras que eu mais amo em uma história: a narrativa. Em terceira pessoa, a história fica com um ar de fábula, e é como se não somente a visão de Adaline fosse contada. O figurino mistura tendências de uma das minhas épocas favoritas: os anos 20. O jeito de falar, se expressar, andar, as músicas. Tudo é muito delicado, e mesmo que conduza a trama para os dias atuais, não se perde a sensualidade e delicadeza da personagem. 

Basicamente, assisti esse filme duas vezes: sozinha e com a minha mãe. (Só pra você ter certeza de que ele é bom mesmo).

Adaline tem algumas sacadas ft. Sherlock Holmes (se você perceber depois me conta), ela também é paciente, e calma, e é como eu li em outra resenha: assim se mostra a sabedoria de uma mulher que viveu por décadas.

Eu não diria que o romance que se desenvolve é o mais interessante para ir ver o filme. É bom? Sim! Mas tem questões muito mais bonitas além dele. A cena com o cachorro de Adaline: chorei muito, confesso. 


Minha mãe disse que não gostou do filme, por causa de seu final. Eu adorei. Por que deixa uma mensagem tão... sincera. De que tudo o que a gente precisa na vida, na verdade vai acontecer de uma maneira ou de outra. 

    Nota: Image and video hosting by TinyPic


Já viu o filme? Conversa comigo! Senão, sentiu vontade? Espero que você curta tanto quanto eu. (:





terça-feira, 1 de setembro de 2015

O assassinato de Roger Ackroyd | Agatha Christie



James Sheppard é médico, e depois que seu amigo, Roger Ackroyd, é assassinado com uma apunhalada nas costas, ele se vê no meio de uma teia de aranha de suspeitos dentro da mansão de Roger, onde na noite do assassinato a família se reunira para um jantar. Á um chamado da sobrinha de Roger, Flora Ackroyd, o detetive Hercule Poirot, agora aposentado, é chamado para junto á polícia local solucionar o caso.


Eu tinha ouvido falar muito (muito mesmo) sobre essa história. E considerando que ela foi escrita em 1926, eu entendo por que ela causou tanto murmurinho. Agatha Christie inova de inúmeras maneiras, desde a maneira como a história é narrada, até a maneira como é solucionada. 

Pra mim, o final desse livro foi tão: WOW, que mais autores deviam aprender que é assim (sem deixar questões abertas, com os pontos certos em enfase, e de maneira inteligente) que se termina uma história. Juro.

Senhoras e senhores, esse é o segundo livro da Agatha Christie em que eu descubro quem é o assassino. (O primeiro foi O Natal de Poirot)


Obrigada, obrigada. :B 


Mas já disse uma vez, e repito: a graça de ler Agatha Christie não se perde nem quando você descobre quem é o assassino, por que o quê da questão ainda está em como ele foi cometido. E é sempre tão mirabolante, que deixa você sem fôlego por alguns minutos.

Não posso contar muita coisa, por que tudo mais seria spoiler, mas leiam esse livro, e depois me conta se você também sabia desde o início quem matou Roger Ackroyd. :D

Editora: Globo
Nota:     Image and video hosting by TinyPic

XO


domingo, 28 de junho de 2015

"Desventuras em Série": os livros e a produção da Netflix.

Yey! Recentemente saiu a notícia de que a Neflix irá começar a produzir em formato de série, a sequência de livros "Desventuras em Série"! Eu fiquei tão animada, que decidi que precisava ler todos os livros antes que fosse lançada. Por isso, no dia seguinte que eu soube da notícia, re-assisti ao filme, e logo comecei a ler o primeiro volume. 

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São 13 livros, e eles são intitulados:

1 The Bad Beginning                         Mau Começo
2 The Reptile Room                         A Sala dos Répteis
3 The Wide Window                         O Lago das Sanguessugas
4 The Miserable Mill                         Serraria Baixo-Astral
5 The Austere Academy                 Inferno no Colégio Interno
6 The Ersatz Elevator                         O Elevador Ersatz
7 The Vile Village                         A Cidade Sinistra dos Corvos
8 The Hostile Hospital                 Hospital Hostil
9 The Carnivorous Carnival O Espetáculo Carnívoro
10 The Slippery Slope                 O Escorregador de Gelo
11 The Grim Grotto                         A Gruta Gorgônea
12 The Penultimate Peril                 O Penúltimo Perigo
13 The End                                         O Fim


Eu sei que são livros um tanto ''velhos'' e que muita gente já leu, mas ela só não foi minha leitura antes por que é também bem cara. Eu não entendo como o primeiro livro, por exemplo, com 90 páginas pode custar R$ 30,00. NOVENTA PÁGINAS. Pra mim, é um absurdo. Mais impossível, no momento ainda, é comprar a série inteira. (embora eu queria muito :| ) O jeito então é ler por PDF, né?

Eu estou animada em fazer a leitura também por que é a minha primeira série em livros

Com o primeiro volume, eu ainda não consegui me desvencilhar da imagem dos atores do filme.E eu ainda não tem tenho certeza se quero que isso aconteça. O que eu queria mesmo, era que o ator no filme que interpreta o Klaus, tivesse óculos como no livro. :P 

Via
Sou absolutamente apaixonada pela modo como a história é narrada (principalmente o começo), e em como o autor conversa com sentimentos comum ao leitor durante a narrativa. <3

Se você não conhece a história, vou deixar a sinopse, e o link da notícia da produção da série. :D


Desventuras em Série narra a saga dos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire. Após a morte de seus pais, o trio é colocado sob custódia de um parente distante, o vilão Conde Olaf, que está interessado apenas na herança deixada para as crianças. - Reportagem.
 Ah, se quiser ler os livros em PDF, estou lendo pelo site LeLivros. Estão tão animados como eu!? Enjoy!


Atualização: Saiu o teaser da produção da série! Olha só que amor! <3





sexta-feira, 12 de junho de 2015

Arrow: Por que tão complicado Oliver Queen?


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AVISO: Se você ainda não assistiu nada da série Arrow (isso inclui estar atualizado sobre a terceira temporada) eu aviso que esse post irá conter spoilers, mas nenhum deles é sobre as batalhas do arqueiro, sobre com quem ou quem ele luta ou quem ou quem vence ok?, e sim sobre os relacionamentos pessoais do personagem Oliver Queen. ;)


Quando eu comecei com a série, várias coisas me incomodaram, principalmente na primeira temporadas inteira, por que ela definitivamente me lembrava Smallville. Sabe, era o cara que gostava de uma garota, mas essa garota se decepcionou com ele tantas vezes que acabou ficando com seu melhor amigo. (o que já é por si só estranho) E quando esse cara tenta ficar com a garota, o seu melhor amigo fica com uma -palavrão- raiva. Daí eu pensei: ok, agora ele só precisa raspar a cabeça, e virar o próximo arqui-inimigo do Oliver. Mas felizmente (ou não!!) isso não aconteceu. 

Oliver Queen é a definição de garanhão. E o pior de tudo é que ele nem é do tipo que tenta conquistar as mulheres, ele simplesmente é colocado em uma situação com elas e o seu imã sexy as puxa para ele.

Oliver está proibido de ter alguma amizade feminina. Por que meu Deus do Céu, ele é sexy demais para ser amigo de alguém. TODAS as mulheres que passam por sua vida (exceto sua mãe e irmã, por que também né...) acabam em sua cama. E isso é terrivelmente terrível. -.- É como se fosse impossível a amizade entre um homem e uma mulher.

Não que seja proibido ele ter relacionamentos, mas você concorda comigo que: se ele leva a irmã da namorada numa viagem de iate, esse iate afunda, ela supostamente morre, ai cinco anos depois a gente descobre que ela está viva, e ele mesmo sabendo que a Laurel (irmã da moça e que era sua namorada na época do acidente) o odeia por: 1. ter traído ela com a irmã e 2. ter levado a irmã para a morte,ainda volta a dormir com a moça, é no mínimo irritante?

Sim! Juro pra você, no jantar em que toda a família da Laurel está reunida, e ela percebe que há algo entre o Oliver e a Sara, e diz: vocês só podem estar de brincadeira! < Eu falei ao mesmo tempo que ela. :| (só que gritando de raiva!) 

A série se focou muito entre Oliver e outras mulheres, e nunca desenrolou a história da Laurel, que é fantástica nos quadrinhos. (que por sinal pode ser uma personagem incrível)(e é!).

Definitivamente eu shippo Oliver e Laurel. Muito em parte pela HQ.

"Ah, mas por quê? Oliver e Felicity são tão mais bonitinhos!" Nhe... não né? Felicity é outro problema.

Eu até concordo que eles ficam bem em cena juntos. Sério. Pra mim a Felicity é a personagem mais bem estruturada da série, ela ainda não tem muitos problemas pra lidar (exceto sua paixonite pelo Oliver), então eu não sei como ela é quando tem que lidar com problemas pessoais. Tipo, uma frustração, perda de alguém, ou coisas do tipo. 

Mas eu volto ao ponto de que o Oliver já dormiu com todas as mulheres que passam em sua vida. A Felicity poderia ser uma exceção. (isso também é um spoiler). E eu também penso que ela merece alguém melhor do que o Oliver. Alguém que possa realmente ficar com ela, sem correr os riscos de ferir os seus sentimentos.

Via
Tem um fandom ENORME de Olicity (contração do nome dos personagens), mas eu ainda shippo Oliver e Laurel. Por quê?

1. Ela era a namorada antes de toda essa bagunça começar. 
2. Ela queria começar uma vida a sério com ele, mesmo sabendo que o Oliver ainda era imaturo.
3. Ela é o amor da sua vida na HQ.
4. Ela era a namorada antes de tudo isso começar!! 

Por que raios eles não podem ficar juntos? Por que fulaninho morreu? Metade da família do Oliver morre. Não é desculpa. Mas eu ainda tenho uma esperança:

Na terceira temporada a Laurel se torna o Canário Negro, em muito por influência da irmã. É o pontapé para ela amadurecer, e mostrar ao Oliver que ela é muito mais do que a menina chorona que corria atrás dele antes do acidente, ou que ficava resmungando da traição dele depois que ele voltou.

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Traição é uma coisa muito complicada, em outros casos eu diria que a Laurel deveria mandar o Oliver pro inferno, mas... Ela é o tipo de personagem que só funciona com ele. (se é pra ter um relacionamento, que seja com ele!) Ao contrário da Felicity, que fica bem com qualquer um (isso não era para soar mau!) O próprio produtor admitiu que é impossível não ter química com a atriz. 

Então, eu espero muito que a relação do Oliver e da Laurel saia da zona de ressentimentos, e ela agora tome forças como uma também heroína, e tenha seu "I can do It!", para que assim o relacionamento dos dois se torne maduro e sólido.

Por agora... Parece impossível que alguma coisa aconteça realmente, são personagens com problemas enormes para serem resolvidos, mas eu quero se tudo se feche da melhor forma possível (olha eu aí pensando já no fim da série hehehehehehe), por que se as coisas se encaminharem certas agora, a série não perde folego e não vira um YA.

Eu não estou em um relacionamento. Então, eu preciso que pelo menos aqueles que eu idealizo deem certo. :/ 

O que me puxa muito para torcer pelo dois, é a história dos quadrinhos. Então vale a pena ler esses dois artigos: 10 Coisas que você precisa saber sobre a Canário Negro! Vai ter Olicity na 3ª temporada e isso é um saco! Entenda:



Eu acho isso importante por que o modo como ele é em particular, afeta e muito sua vida como o arqueiro, não acha?









domingo, 12 de abril de 2015

Casais que todo mundo deveria conhecer! Parte II

Yey! Eu finalmente achei um motivo para falar sobre isso! Desde o meu primeiro post sobre Casais que todo mundo deveria conhecer, eu tentei encontrar uma maneira de apresentar um outro casal que eu shippo desde sempre e não sabia (?) daí! Um vídeo feliz me lembrou que havia também outro casal que eu amei muito, e que todo mundo deveria conhecer ele (também!). Vamos devagar.


2. Nick e Jess - New Girl





New Girl era a minha série amorzinho desde o início. Tenho lembranças lindas com ela, e risos incontroláveis com os dois primeiros episódios. Porém, nem tudo é perfeito,e eu me desliguei da série a partir da terceira temporada. Nick e Jess eram o desejo de formação de par da série, eles tinham uma tensão boa (daquelas que a gente olha e pensa: ok, podem se beijar já!), tinha cenas fofas e engraçadas juntas, então todo mundo queria eles juntos (e ainda querem, pelo o que li ultimamente).Negavam que gostavam um do outro, sempre. (quê? eu não gosto dele! Somos só amigos! (...))




Já dizia a Lully em seu canal do youtube, que o problema com as séries que é os produtores fazem o que o público quer, né? E foi isso que aconteceu com New Girl, o público gostou de Nick e Jess e assim teve. Só que, eu não sei por que raios de motivos, a partir do final da segunda temporada, ambos se separaram. Fui forte, confesso, e continuei com a terceira temporada, porém o problema só aumentou: a série perdeu a direção para mim, ela se tornou com um teor desnecessariamente sexual querendo forças o humor (onde não havia), daí eu parei com New Girl. Mas quando eu encontrei esse vídeo no youtube, eu percebi o quanto eu amava aqueles dois, e o quanto a série era especial para mim, e o quanto ela ainda poderia ser.


Se eu vou voltar a ver New Girl? Sinceramente, não sei. Preciso de opiniões e é difícil achar brasileiros comentando ela. :/ Por isso ultimamente eu tenho me alimentado de NCIS. hehe

1. Tony Dinozzo e Ziva David (TIVA!) - NCIS


Cote e Michael

Todo o mundo entrou em uma discussão se Tony e Ziva tinha mesmo um relacionamento secreto (do mesmo gênero de: eu não gosto dela! Não mesmo!; mas que os olhares e a tensão dizem o contrário, sabe?) ou se eles eram somente amigos. Eu sou do time de que eles tinham um amor em segredo, até por que ambos eram agentes federais e a regra número 12 consiste em nunca se envolver com um colega de trabalho. Além do mais, tanto o Tony quanto a Ziva são romanticamente problemáticos. 

Eles sempre se envolvem em outras relações complicadas, e sempre quebram a cara. Agora eu enxergo que a Ziva nunca teve coragem para se entregar em uma relacionamento, na agencia ela é considerada pelo Tony como uma Ninja do Mossad, que é treinada para matar. A Ziva matou seu irmão em um caso, e  teve sua irmã e mãe mortas, e mais tarde seu pai. Ela fica totalmente desestruturada, e não teve forças para assumir sentimentos. O Tony foi criado em um colégio interno, seu pai é ambicioso e nunca passou tempo o suficiente com o filho, e sua mãe,se não me engano agora, também morreu/morta. O Tony faz piadas e  citações dos filmes para esconder seus sentimentos. E esse é um dos pontos que me aproxima dele.

Apesar disso tudo, eles tem um química incrível, e o que me faz amá-los ainda mais, é que esse sentimento também é evidente fora das telas. Michael e Cote são grandes amigos, (tipo, grande no mais amplo sentido da palavra), e poderiam facilmente serem um casal real. (ué.)

Tony e Ziva


Como New Girl, Tony e Ziva eram os queridinhos, eram engraçados, havia uma tensão e havia química, a única diferença foi que os produtores nunca verbalizaram que eles eram um casal, tudo ficava por interpretação ou nas entrelinhas com diálogos ambíguos, olhares e sorrisos. 


Meus longos anos de experiência com Psicologia me dizem que eu tenho um gosto particular por homens que fazem mulheres sorrir. Sério. Tanto que, os dois casais desse post são cômicos e o primeiro nem faz parte de uma série de humor. Nesses últimos meses eu tenho sofrido com NCIS, principalmente por que a Cote sai da série  na décima primeira temporada. :'(



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