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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Gostar de vilões nem sempre é tão legal quanto parece.

Há alguns anos atrás, eu escrevi sobre como eu gostava de vilões, sobre como eles poderiam (e eram) fascinantes, e podiam ter muito mais caminhos a ser explorados do que os mocinhos. E até que eles faziam coisas que a gente não podia fazer na vida real. Só que isso acabou se virando contra mim. 
Juro que perdi o autor do gif, se souber me avisa. :(
Entenda.

Meu ponto de vista continua o mesmo, mas... Ultimamente como você deve saber (e se me acompanha no twitter sabe mesmo! @superamorinha) eu tenho acompanhado a série Gotham, é uma das minhas séries favoritas do momento, e eu gosto muito de ler os comentários dos fãs e interagir com eles. Com isso, eu acabei conhecendo o amor, AMOR, de algumas pessoas por vilões, e isso se tornou preocupante depois que alguns gostariam muito da morte de um personagem bom, por que ele é entediante. DE REPENTE ser BOM se tornou ENTEDIANTE. Entendeu? Eu fiquei apavorada.  

Desde quando as pessoas começaram a trocar o bem pela maldade? Desde quando ser mau é mais legal do que ser bom? E as pessoas eram tão obcecadas que eu não duvido em nada praticarem isso na vida real. "Sérião." Por que quando eu digo: "ah, aquele personagem é ótimo! todo poderoso, malvado, faz o que dá na telha, e ainda tem todos aqueles jargões maravilhosos" Eu digo isso dramaticamente, dentro de um contexto artístico, mas eu conheci pessoas que por suas palavras pareciam ser capazes de fazer o que digitaram. Enfim. Fiquei e estou preocupada com o mundo em que vivo. 

 Acho que não há nada de errado em gostar do que a gente escolhe gostar, mas acho muito importante deixar claro o que é certo e errado. Ser mau é o causa dos nossos problemas. TODOS eles. Não é por que um livro ou série mostra que isso pode ser "descolado" que é, ok? Um escritor de quadrinhos brasileiro diz em uma entrevista que esse mundo das HQs é "um modelo de comportamento", e é bem isso, não? A gente só precisa entender que tudo bem gostar dos vilões, mas eles não são modelos para a nossa sociedade.





sábado, 23 de abril de 2016

Arrow: por que tão complicado escritores?

 CONTÊM SPOILERS. 

Fonte: hdqwalls

Há quase um ano eu escrevi sobre Arrow. (x) E foi uma época em que eu esperava muito da série, e principalmente muito dos meus personagens favoritos. Mas como você deve saber, os últimos acontecimentos da quarta temporada me destruíram como fangirl.

Eu ainda não sei como escrever sobre isso. São muitos sentimentos embaralhados, muitas perguntas e quase nenhuma resposta. Mas vamos lá.

Marc, um dos produtores de Arrow decidiu que como arco para desenvolver a história do arqueiro ele deveria matar algum personagem importante, e que dentre TODOS seria Laurel Lance, a então Canário Negro.

Eu não sei se você acompanha quadrinhos, (eu particularmente não tenho muito tempo e dinheiro mas li todo o especial do Green Arrow e da Black Canary e já dava pra notar a lenda que esses dois eram) mas na minha visão pessoal matar a Canário é quase o mesmo que matar Bruce Wayne. Entende? E não é por que Laurel é uma mulher que é menos importante. Ela tem tanta importância quanto e história. Mas segundo Marc, eles estão fazendo SUA PRÓPRIA VERSÃO DO ARQUEIRO, e não tiveram nenhuma influência externa na escolha do personagem. SERÁ mesmo?

Lembra do post que eu tinha escrito? Lá eu citei a iminência de Felicity e isso se tornou tão absurdo que é assustador. Há tantas coisas sobre essa personagem, mas eu sempre bato o martelo que o maior problema com ela é que DO NADA o Oliver era o amor da vida dela, e vice versa. Não houve construção de relacionamento. Era claramente um atendimento aos inúmeros tweets e post no Tumblr e blogs afins dos fãs. É por isso que quem acompanhou todo o fandom sabe do que eu estou falando. Concordando ou não.

Marc ainda disse que os produtores nunca pensaram em reatar Laurel Lance e Oliver Queen por que a história deles já havia sido contada na primeira e segunda temporada. Eu digo mais, Marc. Laurel Lance e Oliver Queen poderia até estar OK, mas nunca foi contada a história do Arqueiro Verde e da Canário Negro. A Pretty Bird dele. O Ollie dela. Isso é cuspir na cara dos fãs.

A intenção não é ofender quem curte Oliver e Felicity, mas eu queria que ficasse claro os meus sentimentos, por que eu nunca solucei tanto com um personagem. Laurel Lance deserved so much better.

E ainda, não só como amor do Arqueiro Verde, mas como mulher. Uma personagem que passou da namorada traída para uma sobrevivente do alcoolismo não merecia ter uma morte SEM PROPÓSITO. E nada do que digam fará sentido, é tudo muito redundante.

Com tudo isso acontecendo eu ainda fico pensando na atriz. Ela não tem toda a coragem do Ben Mckenzie, por exemplo, que confessou os erros que eles cometeram com a primeira temporada de Gotham, então a Katie corre em círculos. Ás vezes ela diz que ficou feliz com o fim da Laurel, por que ela era muito forte e fez toda a sua trajetória. Ás vezes ela diz que foi um choque saber que Laurel morreria dali a dois episódios. Ás vezes ela vacila e diz que é assim mesmo a gente nunca sabe o que a TV pode fazer.

A gente entende o receio Katie.

Mas eu sempre penso na alegria dela ao descobrir que seria A Canário Negro, e em todo o esforço de tornar a personagem a altura. Em todas as fotos dos treinamentos, e isso me deixa ainda mais chateada.
É sobre isso que eu estou falando.

Fonte: laurelsalexis

Quando eu descobri que isso [se tornar a Canário Negro] estava acontecendo, eu enlouqueci. Por que eu estava tão animada. Eu quis tanto isso. Quero dizer, eu estava muito feliz.

E isso.


Sobre a verdadeira essência do Arqueiro. (eu não sei a origem do vídeo, se souber avisa? grata.) Era tudo o que eu queria ver. Desenvolvimento. E ah, antes que alguém comente (como minha mãe também fez): eles vão ressuscitar ela depois. Não irão. Marc deixou bem claro que não haverá isso, e além disso Nyssa destruiu o último poço de Lázaro. Ele ainda disse que a gente ainda poderá ver Laurel em flashbacks, crossovers e afins. Eu espero que todo mundo concorde que isso não é suficiente.

Eu ainda preciso fazer uma segunda parte sobre esse assunto, mas por enquanto basicamente, é: não construa personagens voláteis, existem os que morrem e os que vivem. Se um herói precisar morrer, toda a história deverá fazer sentido, mesmo que seja doloroso, mas isso tem que ser iminente, como Francis em Reign foi. Não construa um personagem e resolva matar ele por que suas opções de desenvolvimento da série acabaram. Um personagem não merece ser a carta coringa. SENTE E ESCREVA A TEMPORADA DECENTEMENTE. 


Uma última consideração: Andam circulando boatos do rumo que a atriz Katie Cassidy vai tomar, ela mudou a cor do cabelo várias vezes, e pro público ainda é meio complicado entender se ela entrará em crossovers, ainda está gravando flashbacks, ou se os produtores vão tratar ela de outro forma como Canário Negro. Por fim, eu só queria desabafar que a morte na Terra-1 (você assiste The Flash?) foi.apenas.ridícula.

Comente o que você pensa, só se lembre dos bons costumes ok? hahaha Vamos conversar. (:

E ah! Me siga no Tumblr, e no Twitter, é um dos caminhos mais rápidos pra atualização. :))

  



quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Sobre ser confusa.




Esse post conterá algumas informações para o futuro sobre uma pessoa muito confusa e procrastinadora.

Eu vinha pensando em algumas coisas importantes sobre a vida esses meses. Eu sou completamente, completamente, confusa e quase acredito que não há ninguém como eu. Tenho medo de tomar decisões, desde a simples compra de uma roupa, até sobre o que fazer do meu futuro, tudo por que a minha cabeça sempre pensa dez anos a frente. Eu sempre penso no pior. Em tudo. E isso é horrível. 

Obrigada a artista maravilhosa, que sem saber, acabou definindo os meus dias. 


Por ser assim, eu comecei a imaginar que oportunidades incríveis eu perdi por medo. E isso envolve muito o lado profissional. Quantas vezes eu fiquei com medo de mostrar os meus textos imaginando o que as pessoas diriam? De divulgar o meu blog, e perdi a oportunidade de ter mais reconhecimento? Quantas vezes eu não confiei em mim mesma e errei uma questão de matemática? Blá.

Por isso, eu decidi tentar algumas coisas nesse novo ano, como me dedicar mais aos estudos e não exigir muito ou tudo de mim. E por isso, como satisfação, os posts ficaram menos frequentes (eu sei que eu não posto tanto assim, mas...). Mas o que eu posso prometer é que sempre que eu tiver alguma novidade, seja de livros, filmes ou alguma opinião formada de algum assunto que eu sinta vontade de compartilhar, eu estarei aqui. Always. Eu amo o meu blog, e não deixarei ele morrer.  ^-^

Que a força esteja comigo, e com você! Beijos. 





segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

642 coisas: 100 coisas para fazer antes de morrer.

Foto desse post MARAVILHOSO, vale a pena você ver. :)  (clica aqui)
Eu queria dividir aqui uma coisinha que decidi fazer: como você deve saber, eu faço (quando sinto vontade) alguma coisa da lista 642 coisas para escrever, e o tópico 129 dela é escrever uma lista de coisas para fazer antes de morrer. (Vou COM CERTEZA cumprir todas? Provavelmente não. Mas é legal pra acompanhar como certas coisas eram muito importantes e depois não fazem mais sentido. 

Dado esse fato, eu tinha feito a lista só em formato de publicação pro blog mesmo, mas como eu estou numa vibe meio "realizar coisas sérias na minha vida", decidi tornar ela física, pra eu sempre me lembrar de adicionar e conquistar meus sonhos.

É uma lista BEM pessoal, então eu não irei compartilhar aqui, mas queria deixar como inspiração, pra que a gente nunca se esqueça das coisas que temos que correr a trás que podem nos trazer felicidade. (mesmo que se forem pequenas). (:
Eu editei, mas o arquivo original para imprimir uma lista como a minha, é esse aqui: (x)




segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Análise do personagem: Dra. Leslie Thompkins | Gotham

Via
Então, sim, eu vim falar sobre Gotham novamente. Eu queria falar sobre uma coisa que vem me incomodando um pouquinho em relação a essa personagem, a Leslie. Vamos explicar quem é ela em Gotham (a série)?

Leslie é médica, legista, a consultora, a sabe-de-tudo e também a voz da consciência do detetive Jim Gordon. Na primeira temporada, depois de um problemão com o Jim, ele vai parar no Asilo Arkham, e lá ele conhece a Leslie, que é médica da ala feminina. 

O interessante dela, é a personalidade. É ela quem procura o Jim para tentar um relacionamento amoroso, é ela quem sempre defende o seu ponto de vista, e é ela que não tem medo de dizer a verdade. 


Via Blog Dizem por Aí.
"Você é hipócrita, Jim. Diz que quer ter uma mulher forte ao seu lado, para essa vida louca que escolheu ter, mas quando surge o problema, quer que eu fique em casa e faça biscoitos". 

TAPA NA CARA. E isso num segundo (talvez) encontro com ele. A resposta?

"Ahn... Não precisa ser biscoitos. Tortas, qualquer tipo de torta." - Ironia mode on. Eu amo o Jim (mais ou menos, vai. Isso é assunto pra outro post.)


Eu amo a Leslie, justamente por esse lado dela de fazer o que acha melhor, de dizer o que acha ser certo. Mas com uma personagem tão aberta pra se explorar novos caminhos, a série ainda prende ela somente como a namorada do Jim. ARGH.

Vocês perceberam o salto que eu dei sobre a personagem? Ela é a médica, e de repente é a namorada do Jim. PUFT. Somente isso. Quem é Leslie Thompkins? Do que ela é capaz? Qual seu passado? O que ela quer do futuro? GENTE, RESPOSTAS.

Eu vou dar um desconto, e dizer que ela não progrediu mais por que a atriz, Morena Baccarin, está grávida. Ok? OK. E com uma gestação de agora quase 6 meses, é meio complicado colocar a atriz/personagem em cenas mais fortes. Mas vamos nos dar as mãos e fazer uma prece aos autores? Quando a Morena ganhar o bebê, vocês prometem que darão a personagem o espaço que lhe é de direito? Obrigada. (Isso vale também para Dinnah Laurel Lance, em Arrow, Ok? OK...)

E mais uma coisa, essa personagem tem que evoluir, por que além da diferença colossal com os quadrinhos, (em relação a idade, vida pessoal) parece que ela é importante para o desenvolvimento do Bruce. E o único contato que a gente viu entre Bruce, Alfred e Leslie foi em UMA cena na SEGUNDA temporada. Chorei.

Se você ainda não conhece a série Gotham, tem um post sobre ela aqui. :D 



segunda-feira, 9 de novembro de 2015

642 coisas: 21. A última vez que você chorou.


Via
Um documentário sobre as baleias orcas, conhecidas como baleias assassinas. Sim, eu chorei por causa de animais.

Na verdade, eu sempre me senti desconfortável em "atrações" em que o animal serve o ser humano. Circos, aquários, por exemplo. E quando eu via na televisão o SeaWorld mostrando como era divertido as baleias fazendo gracinhas e agradando os humanos derrubando água neles, eu sempre fiquei desconfortável. Quando eu analisava a situação de longe, me parecia um show de horrores. O mesmo com circos. Me doía o coração ver os animais presos em jaulas, e depois ir ver a atração como se eles estivessem ali por terem se candidatados. 

Faz dois dias que eu assisti o documentário, e eu ainda estou em choque. Mesmo que essa não fosse a intenção. Ele basicamente conta sobre algumas das mortes de seres humanos que foram atacados por baleias orcas. Mas também expõe em que condições aqueles animais foram submetidos. Castigos, afastamento do bando (pode se chamar assim?), e viver em uma piscina e dormir em um latão. Eu fico pensando que, quando estamos muito entediados só queremos sair de casa, ou fazer alguma coisa para se distrair. Então eu imagino o desespero daqueles animais em todos os dias fazerem as mesmas rotinas, conviverem com outras baleias que não são a sua família, e ainda nadar em águas que não lhe são naturais. 

Juro que me senti impotente. Ainda mais por imaginar que tudo isso é feito por dinheiro. O estúpido dinheiro. Milhares de notas de papel, em troca da vida de um ser vivo. A minha vontade ainda é ir lá e dar na cara de cada um dos proprietários, e soltar aqueles animais. 

SeaWorld é uma indústria. Ele promove a diversão, e esconde a opressão. O pior de tudo é que é somente a ponta do iceberg. 

Se você quiser assistir o documentário, está disponível na Netflix (é só uma sugestão, não uma publicidade), ele se chama "BlackFish".
O tema desse post foi retirado do projeto citado no título, se quiser ver mais sobre ele, aqui está o link:  642 coisas para escrever. (:

domingo, 25 de outubro de 2015

(A maravilhosa série): The BlackList.


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Red (James Spader) é um fugitivo do FBI, mas então depois de décadas foragido ele resolve se entregar. Ele então revela que possui uma lista com todos os assassinos mais perigosos do mundo (dos quais a polícia nem desconfiava da existência) e que conhece seus paradeiros e planos futuros, e Red está disposto a entregar cada um deles ao FBI. Ele só tem duas condições: se manter livre, e somente trabalhar com a agente de análise de perfis Elizabeth Keen (Megan Boone).

The BlackList já caminha na terceira temporada nos EUA, mas somente agora está ganhando olhares mais atentos pelo público. 

Red tem uma interpretação única. Ele tem o seu estilo discreto, desconfiado, e um olhar que sabe mais do que diz, mas é aos poucos que a gente conhece o seu caráter. Ele também é um anti-herói (daqueles que a gente aprende no ensino médio em literatura), faz milhares de coisas erradas moralmente, mas ao mesmo tempo tem atitudes que a gente fica: meu Deus, ele é amor. E não tem como não amar e torcer pelo personagem, por que eu acho que no fundo ele é do tipo que os fins justificam os meios, e o público entende indiretamente isso. Concordando ou não.

Elizabeth inicia a série com a vida perfeita. Tem um bela casa, um marido bonito, um cachorro e um ótimo emprego. Mas quando Red entra em sua vida, tudo perde os eixos e ela tem que começar a lidar com a verdade de que tudo (tudo) o que ela acreditava ser seu, poderia não ser bem assim. Ela busca a justiça, mas começa a pender para o lado de matar ou morrer cada vez mais que Red entra na sua vida.

Além dos personagens principais, a gente ainda lida com a  (MARAVILHOSA) equipe do FBI. 

MAS CALMA AÍ, eu PRECISO falar sobre a trilha sonora dessa série. (calma.)

O que é aquilo? O que, o que é aquela trilha sonora, gente? Meu Deus do céu. *u*

Só ouçam essa música, e saquem todo o clima de The BlackList:

Saibam que: a série tem sim os pontos fracos (como em qualquer outra), mas ela é diferente, você consegue perceber que ela tem um objetivo a atingir e não vai atendendo ao apelo do público pelo caminho... Enfim. Tenho grandes esperanças para ela, e eu quero muito que o MUNDO conheça essa maravilha. Esses atores merecem reconhecimento. Sério. (:


domingo, 27 de setembro de 2015

O pior spoiler da minha vida: Gossip Girl

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Então... Eu estava em uma vibe de assistir muitas e muitas séries uma atrás da outra. Terminei Doctor Who semana passada, engatei em Gotham, e enquanto a nova temporada de Arrow não estréia no Netflix, eu decidi assistir Gossip Girl por que eu queria ver drama. Muito drama, afinal. 

Quando eu estava lá no final da primeira temporada, eu disse a mim mesma: puxa, mesmo que quem seja a Garota do Blog possa ser o maior mistério da série, eu acho que eu estou gostando mesmo por causa do Dan e da Serena. Então tá, eu nem vou me preocupar em descobrir quem é a Garota do Blog.

Só que eu tenho a péssima mania de depois de gostar muito de alguma coisa correr atrás de todas as páginas da internet por curiosidades, ou notícias velhas. E eu sabia algumas coisa - como por exemplo, quem terminava com quem, por causa da revista Capricho na época - da série, mas eu nunca tinha pego o spoiler de quem era a Garota do Blog. Não me vacinei esse ano. #chorando

PIOR momento. E agora onde eu enfio essa minha sensação de não querer mais ver a série, gente? Socorro! 

Eu fico revivendo todos os momentos em que a Garota narra a série na minha cabeça, e eu tenho mais ou menos essa reação:

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Enfim. Só queria compartilhar esse momento. Eu tenho um milhão de teorias da maneira como ela foi escrita, mas eu ainda quero (ou queria) terminar a série para falar com todos os pingos nos is.

Aliás, ninguém tem mais sorte de shippar um casal nas telas que também namoram na vida real do que eu.

Via
XO!


domingo, 5 de julho de 2015

Rotaroots: Como eu viveria no meu lugar fictício favorito.

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Atualmente Nárnia tem sido o meu lugar fictício favorito, embora eu ache meio perturbador um lugar tão lindo e perfeito sempre ter tantos problemas e a necessidade de reis e rainhas humanos para governar.

Sempre que eu assisto á filmes, principalmente aqueles que necessitam de algum habilidade de fuga (tipo... Jogos Vorazes), eu me acho habilitada o suficiente, e penso: "eu me sairia muito bem!" Isso por que, (ainda mais) depois que eu li Lago das Sanguessugas do Lemony, eu percebi que todos os livros, filmes que eu vi sobre selvas, piratas, modos sobrevivências, amor, fé, lealdade, me ajudariam muito a enfrentar Nárnia. Na verdade, qualquer mundo.

Eu entenderia todos os comandos de uma navegação quando estivesse em alto mar.  Eu poderia ser leal ao Aslam. Ou... Me sentiria insegura como o Edmundo, e até cometeria algumas besteiras como ele. Mas eu sempre teria esperança e acreditaria no futuro, como a Lúcia. E disso tudo, eu poderia muito bem me tornar um personagem próprio. 

Via


Nárnia é especial por vários motivos:

1. Eu comeria todas aquelas comidas deliciosas. 

2. Eu abraçaria o Aslam tão, TÃO apertado que ele morreria sufocado. (ué)

3. Eu me esforçaria ao máximo para me tornar melhor amiga do Ripchip

Mas principalmente: foi o primeiro livro em que uma simples descrição de uma rajada de vento me arrepiou. Eu amo como é feita a narração da criação desse universo. O jogo de palavras é perfeito. E ainda me provoca lembranças deliciosas. 

Embora eu ainda esteja traumatizada com o fim da história, do modo como ela terminou, me apego sempre as sentimentos construídos no início, e enfim: tudo na vida precisa acabar, e ás vezes não há maneira mais fácil de fazer isso. 

Via
Não dou a miníma para o que as pessoas dizem a respeito história, não encontrei preconceitos, sexismo, e nem vi mensagens ocultas em que só "um adulto encontraria". Eu li da maneira mais pura possível, sem procurar pelo em casca de ovo. 

Tudo o que eu queria em Nárnia, era uma casa como a do Sr. Tumnus, para viver feliz e ser o mais útil possível aquele mundo incrível. (:



Ps: se você não conhece o grupo, ou quer fazer parte dele, clica aqui!





quarta-feira, 24 de junho de 2015

Sobre (os meus) preconceitos.

Ai meu Deus, eu tenho preconceitos. Ou pelo menos tinha. E a bem da verdade é que eu acho que todo mundo já foi ou é preconceituoso quanto alguma coisa. 


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Até um ou dois anos atrás, eu vivia presa na minha zona de conforto quanto a músicas, por exemplo. Isso não se aplicava aos livros por que eu era obrigada a procurar novos autores e temas diferentes pra entreter. Mas as músicas... Eram um problema. Eu passava meses, e meses com a mesma playlist, e sempre torcia o nariz pra uma música que fugisse do meu cult-pop. É... isso é um pouco vergonhoso de admitir, confesso. 

Mas aí o Spotify surgiu na minha vida, e também os meus quase-vinte-anos começaram a surtir algum efeito na minha maturidade. E eu me arrisquei no "Browse" e fiquei fascinada por descobrir músicas que eu amaaaaaava quando mais nova, e outras que eram lançadas e mereciam muito ser ouvidas. (Um beijo Imagine Dragons!) Estou melhorando com essa terapia de ouvir os trinta primeiros segundos e dar uma chance para a canção, vai que, né?


" Não sei se vocês já perceberam, mas as primeiras impressões muitas vezes são inteiramente falsas. Você pode olhar para um quadro uma primeira vez, por exemplo, e não gostar nem um pouco, mas, depois de olhar mais algum tempo,você é capaz de achá-lo muito bom. Na primeira vez em que você experimenta queijo gorgonzola, pode achar que é forte demais, mas, quando você for mais velho, pode querer não comer outra coisa na vida a não ser queijo gorgonzola.  [...] A primeira opinião que você tem sobre qualquer coisa pode mudar com o  tempo. " - Capítulo três de "Mau Começo" de Lemony Snicket. 


Eu sou muito sensitiva. Sensível. Sensibilidade. Enfim, todos os sinônimos. Então, 70% da chance para que eu seja apaixonada por uma canção parte do princípio dos sentimentos, se ela me lembra algo ou alguém, ou se eu associei a música a algum momento que era importante para mim.  (o contrário é exatamente o contrário, quando eu associo a música a algum sentimento negativo, ou lembrança negativa, eu simplesmente passo longe dela.)


Via
Pausa para um parenteses enorme.

( Sobre os livros... Muita gente estufa o peito em dizer que, meu Deus do céu, não lê livros de auto-ajuda. Olha, é a minha leitura favorita? É o primeiro da lista pra comprar? Claro que não. Até por que eu não tenho a necessidade de ser auto-ajudada no momento... Mas se eu precisar, não vejo menos problema em procurar nos livros. Eu só permaneço em um preconceito: livros eróticos.

Isso é pura opinião pessoal. Como eu me sinto quando eles estão nas livrarias. 

Aqueles livros horrendos de capas de homens sem camisa, com uma flor, ou uma guitarra na capa. Gente, sério. Eu não entendo como isso chama a atenção de outras pessoas. Ás vezes eu penso que a capa engana muita gente, e que dentro deve haver uma história incrível, (e nada erótica), como já aconteceu com uma moça pública aqui da internet. Mas eu ainda prefiro não me arriscar. Eu não vejo funcionalidade nesses livros, e nem nos filmes pra ser bem sincera. Mas é claro que não cabe a mim julgar quem gosta de ler isso, mas... Só nunca recomende livros eróticos para mim, ok? Eu já vi o que fancfics eram capazes lá em 2005, e não preciso ler Cinquenta Tons de Cinza pra imaginar o quanto pode ser... Perturbador. )

Fim da pausa.

Eu só quis compartilhar em como essa nova posição em me arriscar em ouvir novas coisas mudou muito a maneira como eu vejo o mundo, principalmente em prestar uma maior atenção na trilha sonora de um filme, por exemplo.

Eu acho que todo mundo torce o nariz pra alguma coisa, em algum momento. Uma comida, uma roupa, um filme, e se você experimentou e não gostou, tudo ok, por que a gente tem que ser seletivo em o quê vamos nos tornar, e em não ser esses pseudo-cults que dizem gostar e conhecer de coisas que realmente nem gostam e conhecem de verdade. A seleção faz parte, nem todo mundo gosta de tudo e nem todo mundo concorda com tudo. O importante é respeitar a opinião do outro mesmo que ele diga que odeia a sua banda favorita. (é triste, mas pode ser verdade). Se arriscar em conhecer outros mundos pode abrir os nossos horizontes, e nos fazer ou não sair da zona de conforto. Experimente, depois você diga se gostou ou não.





sexta-feira, 12 de junho de 2015

Arrow: Por que tão complicado Oliver Queen?


Via



AVISO: Se você ainda não assistiu nada da série Arrow (isso inclui estar atualizado sobre a terceira temporada) eu aviso que esse post irá conter spoilers, mas nenhum deles é sobre as batalhas do arqueiro, sobre com quem ou quem ele luta ou quem ou quem vence ok?, e sim sobre os relacionamentos pessoais do personagem Oliver Queen. ;)


Quando eu comecei com a série, várias coisas me incomodaram, principalmente na primeira temporadas inteira, por que ela definitivamente me lembrava Smallville. Sabe, era o cara que gostava de uma garota, mas essa garota se decepcionou com ele tantas vezes que acabou ficando com seu melhor amigo. (o que já é por si só estranho) E quando esse cara tenta ficar com a garota, o seu melhor amigo fica com uma -palavrão- raiva. Daí eu pensei: ok, agora ele só precisa raspar a cabeça, e virar o próximo arqui-inimigo do Oliver. Mas felizmente (ou não!!) isso não aconteceu. 

Oliver Queen é a definição de garanhão. E o pior de tudo é que ele nem é do tipo que tenta conquistar as mulheres, ele simplesmente é colocado em uma situação com elas e o seu imã sexy as puxa para ele.

Oliver está proibido de ter alguma amizade feminina. Por que meu Deus do Céu, ele é sexy demais para ser amigo de alguém. TODAS as mulheres que passam por sua vida (exceto sua mãe e irmã, por que também né...) acabam em sua cama. E isso é terrivelmente terrível. -.- É como se fosse impossível a amizade entre um homem e uma mulher.

Não que seja proibido ele ter relacionamentos, mas você concorda comigo que: se ele leva a irmã da namorada numa viagem de iate, esse iate afunda, ela supostamente morre, ai cinco anos depois a gente descobre que ela está viva, e ele mesmo sabendo que a Laurel (irmã da moça e que era sua namorada na época do acidente) o odeia por: 1. ter traído ela com a irmã e 2. ter levado a irmã para a morte,ainda volta a dormir com a moça, é no mínimo irritante?

Sim! Juro pra você, no jantar em que toda a família da Laurel está reunida, e ela percebe que há algo entre o Oliver e a Sara, e diz: vocês só podem estar de brincadeira! < Eu falei ao mesmo tempo que ela. :| (só que gritando de raiva!) 

A série se focou muito entre Oliver e outras mulheres, e nunca desenrolou a história da Laurel, que é fantástica nos quadrinhos. (que por sinal pode ser uma personagem incrível)(e é!).

Definitivamente eu shippo Oliver e Laurel. Muito em parte pela HQ.

"Ah, mas por quê? Oliver e Felicity são tão mais bonitinhos!" Nhe... não né? Felicity é outro problema.

Eu até concordo que eles ficam bem em cena juntos. Sério. Pra mim a Felicity é a personagem mais bem estruturada da série, ela ainda não tem muitos problemas pra lidar (exceto sua paixonite pelo Oliver), então eu não sei como ela é quando tem que lidar com problemas pessoais. Tipo, uma frustração, perda de alguém, ou coisas do tipo. 

Mas eu volto ao ponto de que o Oliver já dormiu com todas as mulheres que passam em sua vida. A Felicity poderia ser uma exceção. (isso também é um spoiler). E eu também penso que ela merece alguém melhor do que o Oliver. Alguém que possa realmente ficar com ela, sem correr os riscos de ferir os seus sentimentos.

Via
Tem um fandom ENORME de Olicity (contração do nome dos personagens), mas eu ainda shippo Oliver e Laurel. Por quê?

1. Ela era a namorada antes de toda essa bagunça começar. 
2. Ela queria começar uma vida a sério com ele, mesmo sabendo que o Oliver ainda era imaturo.
3. Ela é o amor da sua vida na HQ.
4. Ela era a namorada antes de tudo isso começar!! 

Por que raios eles não podem ficar juntos? Por que fulaninho morreu? Metade da família do Oliver morre. Não é desculpa. Mas eu ainda tenho uma esperança:

Na terceira temporada a Laurel se torna o Canário Negro, em muito por influência da irmã. É o pontapé para ela amadurecer, e mostrar ao Oliver que ela é muito mais do que a menina chorona que corria atrás dele antes do acidente, ou que ficava resmungando da traição dele depois que ele voltou.

Via
Traição é uma coisa muito complicada, em outros casos eu diria que a Laurel deveria mandar o Oliver pro inferno, mas... Ela é o tipo de personagem que só funciona com ele. (se é pra ter um relacionamento, que seja com ele!) Ao contrário da Felicity, que fica bem com qualquer um (isso não era para soar mau!) O próprio produtor admitiu que é impossível não ter química com a atriz. 

Então, eu espero muito que a relação do Oliver e da Laurel saia da zona de ressentimentos, e ela agora tome forças como uma também heroína, e tenha seu "I can do It!", para que assim o relacionamento dos dois se torne maduro e sólido.

Por agora... Parece impossível que alguma coisa aconteça realmente, são personagens com problemas enormes para serem resolvidos, mas eu quero se tudo se feche da melhor forma possível (olha eu aí pensando já no fim da série hehehehehehe), por que se as coisas se encaminharem certas agora, a série não perde folego e não vira um YA.

Eu não estou em um relacionamento. Então, eu preciso que pelo menos aqueles que eu idealizo deem certo. :/ 

O que me puxa muito para torcer pelo dois, é a história dos quadrinhos. Então vale a pena ler esses dois artigos: 10 Coisas que você precisa saber sobre a Canário Negro! Vai ter Olicity na 3ª temporada e isso é um saco! Entenda:



Eu acho isso importante por que o modo como ele é em particular, afeta e muito sua vida como o arqueiro, não acha?









domingo, 7 de junho de 2015

Por que todo mundo odeia o mundo perfeito da Disney?

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Não, sério. Por que isso incomoda tanto as pessoas? Eu já ouvi vários e vários comentários de amigos e pessoas afins, de que a Disney é chata, sem noção, ou simplesmente cheia de finais felizes e que a vida real não é assim. Mas ESPERA AI, a gente precisar entender duas coisas:

1. Eles são uma indústria fictícia, baseado na imaginação, nas histórias infantis, e se já teve alguma história baseada em fatos reais (vai saber, né), sempre foi por pura inspiração. 

2. A vida real é sofrida. Os filmes não precisam ser todos assim também.

E é aí que eu destrincho o assunto. Gente, uma vez li em algum lugar, que dava até medo de abrir o jornal e explodir sangue no rosto do leitor. O mundo só tem notícias ruins, coisas negativas, as histórias da televisão são sempre sobre quantos aquele fulano matou, e sobre quantos tantos outros aquele outro fulano roubou. 

Eu nem televisão aberta tenho mais. Pra quê? Pra me relembrar todos os dias em não andar com jóias, celular amostra, ou lembrar de como eu luto pra conseguir um emprego enquanto o outro fulano roubou milhões e está em prisão domiciliar? Eu não preciso ver e ouvir pra saber que existe, e isso basta.

Via
Tomorrowland foi lançada, e basicamente é baseada nas ideias que Walt Diney tinha, sobre o mundo perfeito. Confesso, que não sei muito sobre a história, (mais quero MUITO ver o filme) mas o que eu sei é como a ideia de mundo perfeito retratada pela Disney incomoda as pessoas.

Elas não gostam das músicas, felizes ou tristes, (gostam só quando isso vá significar mostrar para a internet que elas tiveram uma infância cult, falei), não gostam dos heróis, dos vilões, enfim, DA DISNEY.

Caraca, velho. Vou repetir de novo: a vida é sofrida. Uma vez ou outra é que a gente tem algum momento de alegria, pra rir, comer e ficar com os amigos sem se lembrar dos problemas. Eu não preciso de mais filmes tristes para me lembrar de como é ruim viver ás vezes. Eu preciso de esperança. Eu, pelo menos. Adoro musicais, danças felizes (e até danço sozinha ou acompanhada ás vezes... regularmente confesso), adoro finais felizes por que queria eles na minha vida. 

Ver o nosso herói conseguir resolver seus problemas, nos dá a esperança de que nós também podemos. "Caraca, se esse cara conseguiu, eu também posso!"

Os clichês ás vezes enchem o saco? Ás vezes concordo. Filmes também são feitos para se refletir, para chorar, é claro. Mas não se esqueça de que a Disney é uma indústria voltada ao público infantil. Crianças precisam de esperança. Precisam acreditar que podem fazer a diferença, e que elas são únicas no mundo. Elas são a próxima geração, e se elas se sentirem inspiradas agora (como eu fui dez anos atrás) podem amar melhor, e serem mais criativas em suas ideias futuras.

A disney é para quando você tiver um dia difícil. Triste, quando você estiver -palavrão- da vida.

O mundo perfeito da Disney ainda não existe. Mas ele é essencial para que nós possamos ainda acreditar. 


Esse post não é sobre analisar profundamente os aspectos psicológicos que tais histórias pode trazer. (Como o debate das histórias dos irmãos Grimm por exemplo).

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Rotaroots: O que é o amor?

Via

Por muito tempo eu escrevi sobre o amor. Muito. Eu era incrivelmente inspirada, e hoje eu me pergunto de onde vinha tanto amor. Não, sério. As coisas não mudaram muito, do gênero: eu continuo sentindo muito, e a vontade de voltar a escrever sobre o que eu penso ou sinto está voltando á tona, a diferença é que hoje eu penso menos romanticamente do que há 5 anos.

O que é o amor? Ele pode ser muita coisa. Muita mesmo. Confessando sentimentos, amor pode até ser aquele sensação maravilhosa de deitar para ver televisão e tomar sorvete. É maravilhoso quando é de vez em quando (todo o dia perde a graça). Eu lembro até hoje que comparei uma vez o amor/felicidade com uma dor de barriga, e uma amiga minha ficou: nossa, wtf?. Não me pergunte em que contexto eu coloquei aquilo. (risadas~)

 Eu ainda continuo a mesma nesse quesito. Pequenas doses desse sentimento podem ser tomadas todos os dias das maneiras mais diversas possíveis. 

Um doce. Uma risada. Um presente. Uma ligação. Uma mensagem de texto. Um abraço. Qualquer tipo de demonstração de afeto, qualquer sinal de que há alguém que se importa com você.


Cada imagem pertence ao Pinterest (montagem minha)
Semana passada, se não me falha a memória, saiu uma crônica em um jornal em que a moça dizia que depois de tanto tempo ela começou a ver o amor de outras formas, e que agora, até um post-it preso na geladeira com uma mensagem de bom dia, fazia ela feliz. Nunca concordei tanto.

Amor é a sensação mais maravilhosa do universo, e é o que nos faz querer continuar vivos. E é por isso que me preocupa os índices de suicídios...

De uma maneira bem transparente, eu sinto amor todos os dias de três formas diretas (e não tão particulares): por mim mesma, pela minha família e pela minha cadelinha, a Zooey.

Esse é um assunto muito pessoal de se compartilhar, (e muita coragem se envolveu nesse projeto), mas eu acredito  que cada um de nós encontra uma maneira de seguir em frente, e encontrar formas de nos amar e amar os outros pode ser o ato mais humano que tomamos. 

Be happy! There is love in you!


Ps: se você não conhece o grupo, ou quer fazer parte dele, clica aqui! (:



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