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domingo, 5 de julho de 2015

Rotaroots: Como eu viveria no meu lugar fictício favorito.

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Atualmente Nárnia tem sido o meu lugar fictício favorito, embora eu ache meio perturbador um lugar tão lindo e perfeito sempre ter tantos problemas e a necessidade de reis e rainhas humanos para governar.

Sempre que eu assisto á filmes, principalmente aqueles que necessitam de algum habilidade de fuga (tipo... Jogos Vorazes), eu me acho habilitada o suficiente, e penso: "eu me sairia muito bem!" Isso por que, (ainda mais) depois que eu li Lago das Sanguessugas do Lemony, eu percebi que todos os livros, filmes que eu vi sobre selvas, piratas, modos sobrevivências, amor, fé, lealdade, me ajudariam muito a enfrentar Nárnia. Na verdade, qualquer mundo.

Eu entenderia todos os comandos de uma navegação quando estivesse em alto mar.  Eu poderia ser leal ao Aslam. Ou... Me sentiria insegura como o Edmundo, e até cometeria algumas besteiras como ele. Mas eu sempre teria esperança e acreditaria no futuro, como a Lúcia. E disso tudo, eu poderia muito bem me tornar um personagem próprio. 

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Nárnia é especial por vários motivos:

1. Eu comeria todas aquelas comidas deliciosas. 

2. Eu abraçaria o Aslam tão, TÃO apertado que ele morreria sufocado. (ué)

3. Eu me esforçaria ao máximo para me tornar melhor amiga do Ripchip

Mas principalmente: foi o primeiro livro em que uma simples descrição de uma rajada de vento me arrepiou. Eu amo como é feita a narração da criação desse universo. O jogo de palavras é perfeito. E ainda me provoca lembranças deliciosas. 

Embora eu ainda esteja traumatizada com o fim da história, do modo como ela terminou, me apego sempre as sentimentos construídos no início, e enfim: tudo na vida precisa acabar, e ás vezes não há maneira mais fácil de fazer isso. 

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Não dou a miníma para o que as pessoas dizem a respeito história, não encontrei preconceitos, sexismo, e nem vi mensagens ocultas em que só "um adulto encontraria". Eu li da maneira mais pura possível, sem procurar pelo em casca de ovo. 

Tudo o que eu queria em Nárnia, era uma casa como a do Sr. Tumnus, para viver feliz e ser o mais útil possível aquele mundo incrível. (:



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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Rotaroots: 5 coisas que eu quis ser


Quando a gente passa dos 18, os desejos de quando éramos crianças parecem tão distantes, e agora tão impossíveis. 
Eu comecei a desejar ser alguma coisa na vida quando eu aprendi a ler (eu tinha seis ou sete anos), e era tudo muito simples: eu vou estudar, por que eu sou capaz, e vou ser o que quiser. SÉRIO, eu pensava, decidida assim, desde cedo.

5. Professora

Dói, né? Mas eu queria. De qualquer matéria, só a sensação de entrar em uma sala de aula, com alunos que possivelmente queriam ouvir o que eu teria a dizer, e pegar em um giz e explicar um assunto que eu gostava muito, era maior do que qualquer coisa. Eu pegava livros e uma lousa que eu tinha, e ficava brincando com pessoas imaginárias (e ás vezes não) de ensinar.
Mas... eu fui desanimada por inúmeras pessoas: professor ganha mal. Eu sobrevivi com a ideia durante um tempo, mas depois fui vencida. É, pessoal eles venceram. 

4. Atriz

Quem diria, heim? Mas é verdade. Eu fiz teatro por muito tempo, até que ele deixou de ser apenas um hobby para virar um quem-sabe-eu-possa-viver-disso. Mas não rolou, por pressão das outras pessoas (de novo), por pessimismos e eu acabei desistindo. :/

3. Médica

Médicos ganham bem, né? Pelo menos isso as pessoas não teriam do que reclamar. hehehe Assistindo Grey's Anatomy eu fiquei louca pra me tornar cirurgiã, e mais tarde eu vacilei entre oncologia e pediatria. 
Só que depois que você entra no ensino médio, e procura meios na internet para estudar pro vestibular e conhece tanta gente louca que é capaz de cortar um dedo (sério) pra concorrer com cota, você desiste. Eu desisti. É muita gente pra pouca vaga, pra pouca escola e pra pra muito sofrimento. A todos que cursam medicina: façam por amor! 


2. Psicóloga 

Depois que eu vi que Medicina não dava para mim (por zilhões de motivos + não poder parar minha vida para apenas estudar), eu tentei psicologia. Pedagogia e medicina eram desejos. Aqui ficou um pouco mais sério. Eu prestei, realmente, vestibular em uma universidade e por uma fração de pontos não fui chamada (tento superar o trauma até hoje). O sonho era a USP, mas depois fiquei paranoica com todos aqueles relatos de abusos no universidade, e nas longas greves que eles enfrentavam, (eu nem prestei a Fuvest por isso, acredite.) eu até sonhava com os laboratórios e com um jaleco com o meu nome inscrito. *u* (eu queria a área de estudos clínicos).


1. Agente Federal e Cientista forense 

HÁ, esse é um sonho mesmo, e eu nem acredito que estou dizendo isso em voz alta. hahahaha OK, tem coisa mais legal do que um distintivo, bater na casa do suspeito ou correr atrás dele e gritar: PARADOS, AGENTES FEDERAIS! ?

 GENTE! Me julguem. (~~risos)

Isso é o que CSI, NCIS e Criminal Minds provocam em mim, anos e anos acompanhando esses meninos e eu me tornei parte deles. <3 Por enquanto, é só um sonho mesmo (por que eu não sei direito como entrar na academia), mas quem sabe? 

Sim! E eu sou até capaz de cursar Química por amor a ciência forense. Abby Sciuto: a inspiração.


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Eu sei, eu sei, que nem todos os tópicos foram no passado, mas o primeiro faz parte de um desejo (não mais) secreto meu, e até que foi bom colocar para fora. hehe No inicio eu pensei: cinco coisas? eu não tenho nem três! Mas agora, eu lembrei de mais profissões que eu já desejei um dia, e percebi o quanto a gente troca de pele durante a vida. ;)

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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Rotaroots: O que é o amor?

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Por muito tempo eu escrevi sobre o amor. Muito. Eu era incrivelmente inspirada, e hoje eu me pergunto de onde vinha tanto amor. Não, sério. As coisas não mudaram muito, do gênero: eu continuo sentindo muito, e a vontade de voltar a escrever sobre o que eu penso ou sinto está voltando á tona, a diferença é que hoje eu penso menos romanticamente do que há 5 anos.

O que é o amor? Ele pode ser muita coisa. Muita mesmo. Confessando sentimentos, amor pode até ser aquele sensação maravilhosa de deitar para ver televisão e tomar sorvete. É maravilhoso quando é de vez em quando (todo o dia perde a graça). Eu lembro até hoje que comparei uma vez o amor/felicidade com uma dor de barriga, e uma amiga minha ficou: nossa, wtf?. Não me pergunte em que contexto eu coloquei aquilo. (risadas~)

 Eu ainda continuo a mesma nesse quesito. Pequenas doses desse sentimento podem ser tomadas todos os dias das maneiras mais diversas possíveis. 

Um doce. Uma risada. Um presente. Uma ligação. Uma mensagem de texto. Um abraço. Qualquer tipo de demonstração de afeto, qualquer sinal de que há alguém que se importa com você.


Cada imagem pertence ao Pinterest (montagem minha)
Semana passada, se não me falha a memória, saiu uma crônica em um jornal em que a moça dizia que depois de tanto tempo ela começou a ver o amor de outras formas, e que agora, até um post-it preso na geladeira com uma mensagem de bom dia, fazia ela feliz. Nunca concordei tanto.

Amor é a sensação mais maravilhosa do universo, e é o que nos faz querer continuar vivos. E é por isso que me preocupa os índices de suicídios...

De uma maneira bem transparente, eu sinto amor todos os dias de três formas diretas (e não tão particulares): por mim mesma, pela minha família e pela minha cadelinha, a Zooey.

Esse é um assunto muito pessoal de se compartilhar, (e muita coragem se envolveu nesse projeto), mas eu acredito  que cada um de nós encontra uma maneira de seguir em frente, e encontrar formas de nos amar e amar os outros pode ser o ato mais humano que tomamos. 

Be happy! There is love in you!


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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Rotaroots: 5 Filmes para o Oscar da sua vida!

Yey, eu também faço parte do Rotaroots! É a minha primeira postagem (desde que entrei no grupo) por que gente, eu sou realmente horrível em listar coisas, ainda mais quando envolvem temas de maior ou menor importância na minha vida. Tipo... as 3 coisas que mais te marcaram em 2014, ai nesse momento parece que minha vida se apaga da minha mente. x.x Por isso sempre evitei os temas que eu não me sentia muito confortável.
Mas (!) um dos temas do mês de fevereiro era esse aqui: "5 Filmes para o Oscar da sua vida" e cá estou eu, nessa (quase) missão impossível.

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5. Identidade

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É muito esquisito um filme de assassinatos (sim, no plural), ter me marcado? Espero que não. Na verdade, eu realmente gosto desse filme por que ele faz ligações com outras partes importantes da minha vida. Quando eu tinha uns 14 ou 15 anos mais ou menos, eu li um livro BÁRBARO do Sidney Sheldon, chamado "Conte-me seus sonhos", em que aliás ainda pretendo relê-lo, por que eu não sei se o livro me marcou por que eu era crua em histórias-psicológicas-densas, e eu preciso descobrir se depois disso ainda será o meu favorito. A ponte entre o livro e esse filme é a linha de raciocínio. É basicamente a mesma, mudando somente o gênero... E é por isso que Identidade fica no meu top five. haha

4. Premonições

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Novamente um filme com conteúdo psicológico. E novamente ele me recorda os livros do Sidney Sheldon, e também A Síndrome E do Franck Thilliez. Além dessa questão, me chama muito a atenção filmes atemporais. Nesse em questão, a personagem perde o seu marido, mas cada dia em que ela acorda, em um ele está vivo e em outro ela volta ao seu luto. E esse vai e vem confunde a nossa cabeça, e deixa a história com um quê sentimental muito grande. (Duas da manhã e eu chorando com a Linda...) Além do mais, é a Sandra Bullock, diva eterna! 

3. Diário de uma paixão

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(Aê! Agora começa a sessão Rachel McAdams hahahahahahaha)

Eu gosto dos dois lados da moeda, desde um filme sangrento, até um melô-melodramático (inventei essa palavra, e não sei se ela existe. Provavelmente, não.)
Eu realmente preciso explicar por que Diário de uma Paixão está no meu Oscar? Apesar de muita gente não gostar do livro do Nicholas Sparks (que eu não li, deixa-se claro, por isso não tenho argumentos), muita gente também não deixa de admitir a beleza do filme. Os atores <3 A moda da época <3 O romance <3 Tudo é muito amor, e não importa quantas vezes eu assista eu SEMPRE, sempre mesmo, me emociono.

2. Sherlock Holmes

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Esse filme é... Fantástico. Além de ter um toque pessoal do diretor nas personalidades dos personagens (para mim só a Irene ficou um pouco mais fiel), ele arrisca no humor inteligente e no momento certo, na sedução mental, e trabalha em um mistério que te prende do início ao fim. E é por isso que fica com o segundo lugar, além de que eu amo a história geral do Holmes em si, esse filme reuniu dentre todas essas qualidades, os melhores atores principais da vida. (Exceto a noiva do Watson, odeio essa moça, hm).

1. Questão de tempo

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E o primeiríssimo da lista é Questão de Tempo! Outro filme atemporal, mas que é tão delicado e sensível. Um dos melhores filmes, que só de lembrar dá uma vontade imensa de re-assisti-lo. <3 Conta a história do Tim, que descobre que como todos os homens da sua família, tem o poder de viajar no tempo, e depois disso a história resgata questões importantes da nossa vida, como decisões que a gente toma e queria voltar no tempo para fazer diferente. Lindo! Tem resenha dele aqui! (:



Esses são os meus 5 filmes para o Oscar da minha vida, e eu espero daqui a um tempo ter outros filmes lindos para listar e ficar nessa dúvida eterna entre qual a qual escolher. Se você quiser, deixa nos comentários quais seriam as suas escolhas! (:



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