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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

642 coisas: 21. A última vez que você chorou.


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Um documentário sobre as baleias orcas, conhecidas como baleias assassinas. Sim, eu chorei por causa de animais.

Na verdade, eu sempre me senti desconfortável em "atrações" em que o animal serve o ser humano. Circos, aquários, por exemplo. E quando eu via na televisão o SeaWorld mostrando como era divertido as baleias fazendo gracinhas e agradando os humanos derrubando água neles, eu sempre fiquei desconfortável. Quando eu analisava a situação de longe, me parecia um show de horrores. O mesmo com circos. Me doía o coração ver os animais presos em jaulas, e depois ir ver a atração como se eles estivessem ali por terem se candidatados. 

Faz dois dias que eu assisti o documentário, e eu ainda estou em choque. Mesmo que essa não fosse a intenção. Ele basicamente conta sobre algumas das mortes de seres humanos que foram atacados por baleias orcas. Mas também expõe em que condições aqueles animais foram submetidos. Castigos, afastamento do bando (pode se chamar assim?), e viver em uma piscina e dormir em um latão. Eu fico pensando que, quando estamos muito entediados só queremos sair de casa, ou fazer alguma coisa para se distrair. Então eu imagino o desespero daqueles animais em todos os dias fazerem as mesmas rotinas, conviverem com outras baleias que não são a sua família, e ainda nadar em águas que não lhe são naturais. 

Juro que me senti impotente. Ainda mais por imaginar que tudo isso é feito por dinheiro. O estúpido dinheiro. Milhares de notas de papel, em troca da vida de um ser vivo. A minha vontade ainda é ir lá e dar na cara de cada um dos proprietários, e soltar aqueles animais. 

SeaWorld é uma indústria. Ele promove a diversão, e esconde a opressão. O pior de tudo é que é somente a ponta do iceberg. 

Se você quiser assistir o documentário, está disponível na Netflix (é só uma sugestão, não uma publicidade), ele se chama "BlackFish".
O tema desse post foi retirado do projeto citado no título, se quiser ver mais sobre ele, aqui está o link:  642 coisas para escrever. (:

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

The Age of Adaline | Filme

Fazia muito tempo em que eu não sentia vontade de começar e terminar um filme. Ainda é difícil encontrar boa fotografia, bons atores, com um bom enredo. (Eu sou muito chata em relação a isso). E então eu me arrisquei em The Age of Adaline. (em português: A incrível história de Adaline. (Não me pergunte por quê.))


Na década de 20, Adaline (Blake Lively) tinha 29 anos quando perdeu o seu marido, e quase que praticamente também parou de envelhecer. Agora, por décadas, ela tem que esconder do mundo sua condição, onde presenciou momentos marcantes na história, conheceu pessoas importantes, e ainda tem que lidar com a morte de entes queridos, o envelhecimento de sua filha, a dura realidade de não poder ter mais um relacionamento amoroso, tudo isso enquanto ela ainda permanece com a aparência de uma moça de 29 anos.


A primeira coisa que me chamou a atenção para ver o filme foi a fotografia. O filme é todo recortado, e emendado de uma das maneiras que eu mais amo em uma história: a narrativa. Em terceira pessoa, a história fica com um ar de fábula, e é como se não somente a visão de Adaline fosse contada. O figurino mistura tendências de uma das minhas épocas favoritas: os anos 20. O jeito de falar, se expressar, andar, as músicas. Tudo é muito delicado, e mesmo que conduza a trama para os dias atuais, não se perde a sensualidade e delicadeza da personagem. 

Basicamente, assisti esse filme duas vezes: sozinha e com a minha mãe. (Só pra você ter certeza de que ele é bom mesmo).

Adaline tem algumas sacadas ft. Sherlock Holmes (se você perceber depois me conta), ela também é paciente, e calma, e é como eu li em outra resenha: assim se mostra a sabedoria de uma mulher que viveu por décadas.

Eu não diria que o romance que se desenvolve é o mais interessante para ir ver o filme. É bom? Sim! Mas tem questões muito mais bonitas além dele. A cena com o cachorro de Adaline: chorei muito, confesso. 


Minha mãe disse que não gostou do filme, por causa de seu final. Eu adorei. Por que deixa uma mensagem tão... sincera. De que tudo o que a gente precisa na vida, na verdade vai acontecer de uma maneira ou de outra. 

    Nota: Image and video hosting by TinyPic


Já viu o filme? Conversa comigo! Senão, sentiu vontade? Espero que você curta tanto quanto eu. (:





domingo, 28 de junho de 2015

"Desventuras em Série": os livros e a produção da Netflix.

Yey! Recentemente saiu a notícia de que a Neflix irá começar a produzir em formato de série, a sequência de livros "Desventuras em Série"! Eu fiquei tão animada, que decidi que precisava ler todos os livros antes que fosse lançada. Por isso, no dia seguinte que eu soube da notícia, re-assisti ao filme, e logo comecei a ler o primeiro volume. 

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São 13 livros, e eles são intitulados:

1 The Bad Beginning                         Mau Começo
2 The Reptile Room                         A Sala dos Répteis
3 The Wide Window                         O Lago das Sanguessugas
4 The Miserable Mill                         Serraria Baixo-Astral
5 The Austere Academy                 Inferno no Colégio Interno
6 The Ersatz Elevator                         O Elevador Ersatz
7 The Vile Village                         A Cidade Sinistra dos Corvos
8 The Hostile Hospital                 Hospital Hostil
9 The Carnivorous Carnival O Espetáculo Carnívoro
10 The Slippery Slope                 O Escorregador de Gelo
11 The Grim Grotto                         A Gruta Gorgônea
12 The Penultimate Peril                 O Penúltimo Perigo
13 The End                                         O Fim


Eu sei que são livros um tanto ''velhos'' e que muita gente já leu, mas ela só não foi minha leitura antes por que é também bem cara. Eu não entendo como o primeiro livro, por exemplo, com 90 páginas pode custar R$ 30,00. NOVENTA PÁGINAS. Pra mim, é um absurdo. Mais impossível, no momento ainda, é comprar a série inteira. (embora eu queria muito :| ) O jeito então é ler por PDF, né?

Eu estou animada em fazer a leitura também por que é a minha primeira série em livros. 

Com o primeiro volume, eu ainda não consegui me desvencilhar da imagem dos atores do filme.E eu ainda não tem tenho certeza se quero que isso aconteça. O que eu queria mesmo, era que o ator no filme que interpreta o Klaus, tivesse óculos como no livro. :P 

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Sou absolutamente apaixonada pela modo como a história é narrada (principalmente o começo), e em como o autor conversa com sentimentos comum ao leitor durante a narrativa. <3

Se você não conhece a história, vou deixar a sinopse, e o link da notícia da produção da série. :D


Desventuras em Série narra a saga dos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire. Após a morte de seus pais, o trio é colocado sob custódia de um parente distante, o vilão Conde Olaf, que está interessado apenas na herança deixada para as crianças. - Reportagem.
 Ah, se quiser ler os livros em PDF, estou lendo pelo site LeLivros. Estão tão animados como eu!? Enjoy!


Atualização: Saiu o teaser da produção da série! Olha só que amor! <3





quarta-feira, 24 de junho de 2015

Sobre (os meus) preconceitos.

Ai meu Deus, eu tenho preconceitos. Ou pelo menos tinha. E a bem da verdade é que eu acho que todo mundo já foi ou é preconceituoso quanto alguma coisa. 


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Até um ou dois anos atrás, eu vivia presa na minha zona de conforto quanto a músicas, por exemplo. Isso não se aplicava aos livros por que eu era obrigada a procurar novos autores e temas diferentes pra entreter. Mas as músicas... Eram um problema. Eu passava meses, e meses com a mesma playlist, e sempre torcia o nariz pra uma música que fugisse do meu cult-pop. É... isso é um pouco vergonhoso de admitir, confesso. 

Mas aí o Spotify surgiu na minha vida, e também os meus quase-vinte-anos começaram a surtir algum efeito na minha maturidade. E eu me arrisquei no "Browse" e fiquei fascinada por descobrir músicas que eu amaaaaaava quando mais nova, e outras que eram lançadas e mereciam muito ser ouvidas. (Um beijo Imagine Dragons!) Estou melhorando com essa terapia de ouvir os trinta primeiros segundos e dar uma chance para a canção, vai que, né?


" Não sei se vocês já perceberam, mas as primeiras impressões muitas vezes são inteiramente falsas. Você pode olhar para um quadro uma primeira vez, por exemplo, e não gostar nem um pouco, mas, depois de olhar mais algum tempo,você é capaz de achá-lo muito bom. Na primeira vez em que você experimenta queijo gorgonzola, pode achar que é forte demais, mas, quando você for mais velho, pode querer não comer outra coisa na vida a não ser queijo gorgonzola.  [...] A primeira opinião que você tem sobre qualquer coisa pode mudar com o  tempo. " - Capítulo três de "Mau Começo" de Lemony Snicket. 


Eu sou muito sensitiva. Sensível. Sensibilidade. Enfim, todos os sinônimos. Então, 70% da chance para que eu seja apaixonada por uma canção parte do princípio dos sentimentos, se ela me lembra algo ou alguém, ou se eu associei a música a algum momento que era importante para mim.  (o contrário é exatamente o contrário, quando eu associo a música a algum sentimento negativo, ou lembrança negativa, eu simplesmente passo longe dela.)


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Pausa para um parenteses enorme.

( Sobre os livros... Muita gente estufa o peito em dizer que, meu Deus do céu, não lê livros de auto-ajuda. Olha, é a minha leitura favorita? É o primeiro da lista pra comprar? Claro que não. Até por que eu não tenho a necessidade de ser auto-ajudada no momento... Mas se eu precisar, não vejo menos problema em procurar nos livros. Eu só permaneço em um preconceito: livros eróticos.

Isso é pura opinião pessoal. Como eu me sinto quando eles estão nas livrarias. 

Aqueles livros horrendos de capas de homens sem camisa, com uma flor, ou uma guitarra na capa. Gente, sério. Eu não entendo como isso chama a atenção de outras pessoas. Ás vezes eu penso que a capa engana muita gente, e que dentro deve haver uma história incrível, (e nada erótica), como já aconteceu com uma moça pública aqui da internet. Mas eu ainda prefiro não me arriscar. Eu não vejo funcionalidade nesses livros, e nem nos filmes pra ser bem sincera. Mas é claro que não cabe a mim julgar quem gosta de ler isso, mas... Só nunca recomende livros eróticos para mim, ok? Eu já vi o que fancfics eram capazes lá em 2005, e não preciso ler Cinquenta Tons de Cinza pra imaginar o quanto pode ser... Perturbador. )

Fim da pausa.

Eu só quis compartilhar em como essa nova posição em me arriscar em ouvir novas coisas mudou muito a maneira como eu vejo o mundo, principalmente em prestar uma maior atenção na trilha sonora de um filme, por exemplo.

Eu acho que todo mundo torce o nariz pra alguma coisa, em algum momento. Uma comida, uma roupa, um filme, e se você experimentou e não gostou, tudo ok, por que a gente tem que ser seletivo em o quê vamos nos tornar, e em não ser esses pseudo-cults que dizem gostar e conhecer de coisas que realmente nem gostam e conhecem de verdade. A seleção faz parte, nem todo mundo gosta de tudo e nem todo mundo concorda com tudo. O importante é respeitar a opinião do outro mesmo que ele diga que odeia a sua banda favorita. (é triste, mas pode ser verdade). Se arriscar em conhecer outros mundos pode abrir os nossos horizontes, e nos fazer ou não sair da zona de conforto. Experimente, depois você diga se gostou ou não.





sexta-feira, 12 de junho de 2015

Arrow: Por que tão complicado Oliver Queen?


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AVISO: Se você ainda não assistiu nada da série Arrow (isso inclui estar atualizado sobre a terceira temporada) eu aviso que esse post irá conter spoilers, mas nenhum deles é sobre as batalhas do arqueiro, sobre com quem ou quem ele luta ou quem ou quem vence ok?, e sim sobre os relacionamentos pessoais do personagem Oliver Queen. ;)


Quando eu comecei com a série, várias coisas me incomodaram, principalmente na primeira temporadas inteira, por que ela definitivamente me lembrava Smallville. Sabe, era o cara que gostava de uma garota, mas essa garota se decepcionou com ele tantas vezes que acabou ficando com seu melhor amigo. (o que já é por si só estranho) E quando esse cara tenta ficar com a garota, o seu melhor amigo fica com uma -palavrão- raiva. Daí eu pensei: ok, agora ele só precisa raspar a cabeça, e virar o próximo arqui-inimigo do Oliver. Mas felizmente (ou não!!) isso não aconteceu. 

Oliver Queen é a definição de garanhão. E o pior de tudo é que ele nem é do tipo que tenta conquistar as mulheres, ele simplesmente é colocado em uma situação com elas e o seu imã sexy as puxa para ele.

Oliver está proibido de ter alguma amizade feminina. Por que meu Deus do Céu, ele é sexy demais para ser amigo de alguém. TODAS as mulheres que passam por sua vida (exceto sua mãe e irmã, por que também né...) acabam em sua cama. E isso é terrivelmente terrível. -.- É como se fosse impossível a amizade entre um homem e uma mulher.

Não que seja proibido ele ter relacionamentos, mas você concorda comigo que: se ele leva a irmã da namorada numa viagem de iate, esse iate afunda, ela supostamente morre, ai cinco anos depois a gente descobre que ela está viva, e ele mesmo sabendo que a Laurel (irmã da moça e que era sua namorada na época do acidente) o odeia por: 1. ter traído ela com a irmã e 2. ter levado a irmã para a morte,ainda volta a dormir com a moça, é no mínimo irritante?

Sim! Juro pra você, no jantar em que toda a família da Laurel está reunida, e ela percebe que há algo entre o Oliver e a Sara, e diz: vocês só podem estar de brincadeira! < Eu falei ao mesmo tempo que ela. :| (só que gritando de raiva!) 

A série se focou muito entre Oliver e outras mulheres, e nunca desenrolou a história da Laurel, que é fantástica nos quadrinhos. (que por sinal pode ser uma personagem incrível)(e é!).

Definitivamente eu shippo Oliver e Laurel. Muito em parte pela HQ.

"Ah, mas por quê? Oliver e Felicity são tão mais bonitinhos!" Nhe... não né? Felicity é outro problema.

Eu até concordo que eles ficam bem em cena juntos. Sério. Pra mim a Felicity é a personagem mais bem estruturada da série, ela ainda não tem muitos problemas pra lidar (exceto sua paixonite pelo Oliver), então eu não sei como ela é quando tem que lidar com problemas pessoais. Tipo, uma frustração, perda de alguém, ou coisas do tipo. 

Mas eu volto ao ponto de que o Oliver já dormiu com todas as mulheres que passam em sua vida. A Felicity poderia ser uma exceção. (isso também é um spoiler). E eu também penso que ela merece alguém melhor do que o Oliver. Alguém que possa realmente ficar com ela, sem correr os riscos de ferir os seus sentimentos.

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Tem um fandom ENORME de Olicity (contração do nome dos personagens), mas eu ainda shippo Oliver e Laurel. Por quê?

1. Ela era a namorada antes de toda essa bagunça começar. 
2. Ela queria começar uma vida a sério com ele, mesmo sabendo que o Oliver ainda era imaturo.
3. Ela é o amor da sua vida na HQ.
4. Ela era a namorada antes de tudo isso começar!! 

Por que raios eles não podem ficar juntos? Por que fulaninho morreu? Metade da família do Oliver morre. Não é desculpa. Mas eu ainda tenho uma esperança:

Na terceira temporada a Laurel se torna o Canário Negro, em muito por influência da irmã. É o pontapé para ela amadurecer, e mostrar ao Oliver que ela é muito mais do que a menina chorona que corria atrás dele antes do acidente, ou que ficava resmungando da traição dele depois que ele voltou.

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Traição é uma coisa muito complicada, em outros casos eu diria que a Laurel deveria mandar o Oliver pro inferno, mas... Ela é o tipo de personagem que só funciona com ele. (se é pra ter um relacionamento, que seja com ele!) Ao contrário da Felicity, que fica bem com qualquer um (isso não era para soar mau!) O próprio produtor admitiu que é impossível não ter química com a atriz. 

Então, eu espero muito que a relação do Oliver e da Laurel saia da zona de ressentimentos, e ela agora tome forças como uma também heroína, e tenha seu "I can do It!", para que assim o relacionamento dos dois se torne maduro e sólido.

Por agora... Parece impossível que alguma coisa aconteça realmente, são personagens com problemas enormes para serem resolvidos, mas eu quero se tudo se feche da melhor forma possível (olha eu aí pensando já no fim da série hehehehehehe), por que se as coisas se encaminharem certas agora, a série não perde folego e não vira um YA.

Eu não estou em um relacionamento. Então, eu preciso que pelo menos aqueles que eu idealizo deem certo. :/ 

O que me puxa muito para torcer pelo dois, é a história dos quadrinhos. Então vale a pena ler esses dois artigos: 10 Coisas que você precisa saber sobre a Canário Negro! e Vai ter Olicity na 3ª temporada e isso é um saco! Entenda:



Eu acho isso importante por que o modo como ele é em particular, afeta e muito sua vida como o arqueiro, não acha?









domingo, 7 de junho de 2015

Por que todo mundo odeia o mundo perfeito da Disney?

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Não, sério. Por que isso incomoda tanto as pessoas? Eu já ouvi vários e vários comentários de amigos e pessoas afins, de que a Disney é chata, sem noção, ou simplesmente cheia de finais felizes e que a vida real não é assim. Mas ESPERA AI, a gente precisar entender duas coisas:

1. Eles são uma indústria fictícia, baseado na imaginação, nas histórias infantis, e se já teve alguma história baseada em fatos reais (vai saber, né), sempre foi por pura inspiração. 

2. A vida real é sofrida. Os filmes não precisam ser todos assim também.

E é aí que eu destrincho o assunto. Gente, uma vez li em algum lugar, que dava até medo de abrir o jornal e explodir sangue no rosto do leitor. O mundo só tem notícias ruins, coisas negativas, as histórias da televisão são sempre sobre quantos aquele fulano matou, e sobre quantos tantos outros aquele outro fulano roubou. 

Eu nem televisão aberta tenho mais. Pra quê? Pra me relembrar todos os dias em não andar com jóias, celular amostra, ou lembrar de como eu luto pra conseguir um emprego enquanto o outro fulano roubou milhões e está em prisão domiciliar? Eu não preciso ver e ouvir pra saber que existe, e isso basta.

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Tomorrowland foi lançada, e basicamente é baseada nas ideias que Walt Diney tinha, sobre o mundo perfeito. Confesso, que não sei muito sobre a história, (mais quero MUITO ver o filme) mas o que eu sei é como a ideia de mundo perfeito retratada pela Disney incomoda as pessoas.

Elas não gostam das músicas, felizes ou tristes, (gostam só quando isso vá significar mostrar para a internet que elas tiveram uma infância cult, falei), não gostam dos heróis, dos vilões, enfim, DA DISNEY.

Caraca, velho. Vou repetir de novo: a vida é sofrida. Uma vez ou outra é que a gente tem algum momento de alegria, pra rir, comer e ficar com os amigos sem se lembrar dos problemas. Eu não preciso de mais filmes tristes para me lembrar de como é ruim viver ás vezes. Eu preciso de esperança. Eu, pelo menos. Adoro musicais, danças felizes (e até danço sozinha ou acompanhada ás vezes... regularmente confesso), adoro finais felizes por que queria eles na minha vida. 

Ver o nosso herói conseguir resolver seus problemas, nos dá a esperança de que nós também podemos. "Caraca, se esse cara conseguiu, eu também posso!"

Os clichês ás vezes enchem o saco? Ás vezes concordo. Filmes também são feitos para se refletir, para chorar, é claro. Mas não se esqueça de que a Disney é uma indústria voltada ao público infantil. Crianças precisam de esperança. Precisam acreditar que podem fazer a diferença, e que elas são únicas no mundo. Elas são a próxima geração, e se elas se sentirem inspiradas agora (como eu fui dez anos atrás) podem amar melhor, e serem mais criativas em suas ideias futuras.

A disney é para quando você tiver um dia difícil. Triste, quando você estiver -palavrão- da vida.

O mundo perfeito da Disney ainda não existe. Mas ele é essencial para que nós possamos ainda acreditar. 


Esse post não é sobre analisar profundamente os aspectos psicológicos que tais histórias pode trazer. (Como o debate das histórias dos irmãos Grimm por exemplo).

quarta-feira, 27 de maio de 2015

As (minhas) 3 melhores séries do Netflix.

Me rendi ao Netflix, e por causa dele, consegui engatar em algumas séries que antes eu não tinha a menor disposição para assistir no computador, por exemplo. Enjoy!

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Eu demorei muito para engatar com Bates Motel. Muito. A série tem um teor tenso e pesado (por isso a demora), e talvez ela dependa do seu estado de espirito do momento. Para quem não sabe, a série é baseada na obra Psicose (de Robert Bloch livro e Alfred Hitchcock filme), eu não li o livro, mas assisti ao filme, e comparando á série, na verdade, não tem nem como comparar, por que a série é freneticamente focada no relacionamento peculiar entre a Norma e o Norman, enquanto no filme, a mãe está morta. Mas ela vira e meche, trás referências de Psicose.


Norma compra um Motel de beira de estrada para recomeçar a vida com seu filho, depois que seu marido morre. Ela e o Norman tem um relacionamento quase incesto, mas que ainda não beirou as vias de fato, (se é que vai). As pessoas na cidade escondem cada uma o seu segredo, e Norma e seu filho também devem fazer (e fazem) de tudo para esconder os seus. 

Eu absolutamente amo a série (é uma pena que a Neflix ainda não atualizou as outras temporadas), os personagens são instigantes, e a história até agora vem sendo muito bem escrita. Vale muito a pena acompanhar!

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Downton Abbey foi um tiro no escuro. E provavelmente o meu melhor tiro. Hehe. Eu já ouvia algumas críticas positivas sobre ela fazia um tempo, mas nunca tirei do meu tempo para acompanhar. Daí!... Criei coragem, e com cada episódio com cinquenta ou uma hora e meia de duração, eu me vi totalmente fisgada, tanto pela história como pelos personagens.

Depois do naufrágio do Titanic, o destino da herança de um dos passageiros se torna preocupação para a família de Downton Abbey, já que pela tradição britânica, a mulher não pode herdar o dinheiro, então ele é destinado a um dos parentes mais próximos, que no caso é um primo que a família nunca teve qualquer contato.
Esse é o pontapé inicial para o desenrolar dos conflitos tanto da família quanto dos empregados.

As questões que a série trata também é sempre interessante, como o direito ao voto da mulher, os excessos da elite, por exemplo.
É uma série completamente inglesa. Eles não tem a preocupação de explicar seus costumes para outras culturas, sabe? Eu só consegui acompanhar o barco, por que já tinha lido Jane Austen (no caso da herança, por exemplo.)

Todos os personagens são maravilhosos, em seus defeitos e qualidades. E tenho que comentar que: todos os que eu amo morrem. Adeus. hahahahaha




SHERLOCK! É tão boa que eu fiz minha mãe assistir, e re-assisti com ela todos os episódios. Sou completamente apaixonada pela história, e amo o Benedict (<3).


Agora ambientada no mundo moderno, Sherlock e Dr. Watson resolvem os crimes que chegam em suas mãos, mais como um meio do Sherlock se manter afastado das drogas também. E como todo bom herói (ou anti-herói?), Holmes também se confronta com alguns inimigos, e são eles que o fazem ver que ele tem ao seu redor algumas pessoas que realmente se importam com ele.



Eu já tinha comentado sobre a série, neste post. Mas é irresistível não re-recomendar ela para as pessoas. Os personagens são trabalhados em seus pontos fortes e fracos ao extremos, e a relação entre eles é maravilhosa. Baseada nas obras de Sir. Arthur Conan Doyle não poderia ser melhor. (:


Atualmente, a série está em hiatus na terceira temporada. Mas está sendo produzida a quarta, (que só Deus sabe quando será lançada). Cada temporada tem três episódios, com uma hora e meia cada um.



Essas são as minhas séries amorzinhos do momento (se é que dá pra chamar Bates Motel assim, hahahaha), mas eu também tenho muita sede de conhecer outras séries tão boas quantos, eu só tenho um problema: não consigo seguir os fandoms da vida. Orange is the New Black, Breaking Bad, Dexter, Vampire Diaries, Supernatural, The Big Bang Theory, vocês entenderam né? Essas séries que TODO mundo ama, nunca consegue ser 100% boa para mim. 
Tenho assistido muitas produções britânicas (quase sem querer), como Doctor Who (que eu ainda estou tentando engatar, mas que tem premissas de ser muito boa), Ripper Street, com o meu querido Matthew MacFadyen (que é pesadíssima no primeiro episódio, então eu estou vendo ainda se consigo acompanhá-la), e os óbvios dessa resenha: Sherlock e Downton Abbey.

Então por favor! Comente quais as séries que vocês acompanham! Eu adoro novas indicações. (::







segunda-feira, 20 de abril de 2015

Orgulho e Preconceito | Jane Austen (em PDF)


Yey! FINALMENTE, depois de longos 19 anos, eu consegui ler Orgulho e Preconceito (só que em pdf, pois é). Toda essa demora é calculada em muitos fatores, mas principalmente por que eu sempre colocava outro livros na frente da compra. Mas enfim eu consegui. Agradeço imensamente por essas pessoas que disponibilizam os pdf's dessas obras na internet, ainda mais traduzido (por que é mais comum você encontrar eles legalmente em inglês).


Sempre quando eu pego uma obra da Austen nas mãos eu sinto que deveria também estar com um mapa ao meu lado.  Austen era britânica e muito nacionalista. Ela amava a Inglaterra, e fala de cada cidade como se fosse comum aos olhos de todo o leitor. Pode ser talvez que a moça nunca tivesse a dimensão de até onde os seus escritos iriam, e pensasse que somente alguns leitores ingleses o leriam. Por isso, ouvir falar de tal e tal cidade não é tão íntimo para quem não o conhece.



Conta-se a história da família Bennet. Elizabeth, Jane, Mary, Lydia e Kitty são irmãs e Mrs. Bennet e Mr. Bennet os pais. Basicamente o livro se concentra na preocupação que a mãe das meninas tem em encontrar um marido para cada uma das filhas o mais rápido possível, e desde que isso envolva grandes vantagens, como dinheiro, casa e título. Lydia e Kitty são as mais assanhadinhas para que isso aconteça, embora Kitty esteja sempre sendo persuadida pela irmã. Elas tem um enorme interesse nos homens oficiais e nunca perdem a oportunidade de ir até a cidade para os encontrarem. Mary estuda piano e é reservada, a autora não entra muita nos conflitos dela. Elizabeth e Jane são as irmãs mais velhas e amigas mais próximas. Elizabeth é... volúvel. É ela quem cresce com o decorrer da história, quem aprende, erra, sofre, e ama. Jane é mais quieta, embora ela sofra com os seus conflitos, não toma muitas ações e nem abre muito a boca para tentar corrigir coisa alguma. Ela também `e incapaz de pensar mau das pessoas. Elas são de longe as personagens mais íntimas (e talvez) prediletas da autora.
Mr. Bennet, o pai, é reservado e deixa as filhas muito "a soltas", mas as ama profundamente tanto quanto sua mulher, ao ponto de tolerar todos os seus chiliques. Mrs. Bennet é louca, ambiciosa, e tenta sempre encontrar uma desculpa pra os erros de suas filhas mais novas, Lydia e Kitty.

É sob esses personagens que Austen desenrola a história. E como em todas, o livro é repleto de bailes. (Parece que essa era a principal diversão naquela época.) E são nesses que Jane conhece Bingley e Elizabeth conhece Darcy.



Ao contrário de Jane e Bingley que se apaixonam instantaneamente, Darcy e Elizabeth tem os seus conflitos. Embora ele pouco fale, ela o acha inconveniente, mesquinho e o detesta ainda mais quando descobre por meio de um rapaz, Wickham, que Darcy cometeu contra ele a maior de todas as injustiças, sendo portanto, visto como um homem sem qualquer moral. Já para Darcy, Elizabeth chama a sua atenção por não querer sempre o agradar.

Elizabeth se deixa levar pelos pensamentos e crenças dos outros muito facilmente. Por isso ela é o "Preconceito" do livro. Ela se sente atraída por Wickham, unicamente, por que ele sorri belamente, é educado, e por que sofreu nas mãos de Darcy. (isso me chocou, confesso.)
Darcy é qualificado desde o início como "Orgulhoso", seja por sua muito estima por sua família, e seu título, seja por suas palavras grosseiras e ações indiferentes.





Essa é basicamente o tema do livro: em como os atos de outras pessoas podem ser facilmente levados erroneamente  sem que a gente saiba o lado de ambas as partes. Sem contar que a Austen mostra de maneiras bem sutis (e acho que isso está em todas as suas obras) em como uma sociedade pode ser fútil, egoísta, mesquinhas, mas também que nem tudo é o que parece ser, e ás vezes algumas pessoas podem ter certas razões para agir de tal ou tal modo.



É um livro delicioso de ler. Eu demorei acho, que uma ou duas semanas, mas também por que sempre acontecia alguma coisa pra atrapalhar, (tinha vezes que eu ficava meia hora tentando interpretar uma parágrafo de cinco linhas hahaha) só que mesmo assim foi leve e fluída, as horas passavam muito rápidas, e todos os personagens amáveis são amáveis e os odiáveis são odiáveis mesmo. Não tem o vilão que a gente ama, nem o mocinho que a gente odeia, sabe?
Eu gostei muito do final, principalmente por que a Austen se mostrou mais na escrita, em que era ela que estava ali, ela estava mais pessoal, e isso quase me fez sentir do lado dela. (: (ás vezes eu me perguntava se a personagem Jane não teria alguma coisa escondida da autora. É esquisito para um autor colocar o seu nome de um personagem na história, então se ela colocou será que entrelinhou alguma verdade? hehe)

Falando do filme: assisti pela terceira vez e chorei confesso. É uma obra muito bem feita. Em toda a minha leitura do livro eu vi (sério) a Keira como a Elizabeth, ou o Matthew como o Darcy; a família Bennet em peso tinha uma personalidade muito fiel entre filme e livro. Todos os personagens do filme foram muito bem interpretados e eu aplaudo de pé!
Ao contrário do filme, que desenrola os acontecimentos muito e muito rápido, no livro a autora se prolonga mais com os fatos, como por exemplo quando a Lydia foge com o Wickham, isso dura longos capítulos, e ela descreve extensamente a dor dos pais, e todas as viagens que tal e tal personagem fazia para tentar encontrar os fugitivos. Mas ainda assim eu entendo que é uma obra baseada em outra obra, não dá pra ser de todo fiel. (Eu só queria que a cena alternativa do filme americano tivesse permanecido. :/ Ingleses... Por que sempre tão certinhos? hehe)


Orgulho e Preconceito tem 335 páginas, e foi escrito em 1813.
Editora: Abril
Digitalização e Revisão (do arquivo): Vick
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domingo, 12 de abril de 2015

Casais que todo mundo deveria conhecer! Parte II

Yey! Eu finalmente achei um motivo para falar sobre isso! Desde o meu primeiro post sobre Casais que todo mundo deveria conhecer, eu tentei encontrar uma maneira de apresentar um outro casal que eu shippo desde sempre e não sabia (?) daí! Um vídeo feliz me lembrou que havia também outro casal que eu amei muito, e que todo mundo deveria conhecer ele (também!). Vamos devagar.


2. Nick e Jess - New Girl





New Girl era a minha série amorzinho desde o início. Tenho lembranças lindas com ela, e risos incontroláveis com os dois primeiros episódios. Porém, nem tudo é perfeito,e eu me desliguei da série a partir da terceira temporada. Nick e Jess eram o desejo de formação de par da série, eles tinham uma tensão boa (daquelas que a gente olha e pensa: ok, podem se beijar já!), tinha cenas fofas e engraçadas juntas, então todo mundo queria eles juntos (e ainda querem, pelo o que li ultimamente).Negavam que gostavam um do outro, sempre. (quê? eu não gosto dele! Somos só amigos! (...))




Já dizia a Lully em seu canal do youtube, que o problema com as séries que é os produtores fazem o que o público quer, né? E foi isso que aconteceu com New Girl, o público gostou de Nick e Jess e assim teve. Só que, eu não sei por que raios de motivos, a partir do final da segunda temporada, ambos se separaram. Fui forte, confesso, e continuei com a terceira temporada, porém o problema só aumentou: a série perdeu a direção para mim, ela se tornou com um teor desnecessariamente sexual querendo forças o humor (onde não havia), daí eu parei com New Girl. Mas quando eu encontrei esse vídeo no youtube, eu percebi o quanto eu amava aqueles dois, e o quanto a série era especial para mim, e o quanto ela ainda poderia ser.


Se eu vou voltar a ver New Girl? Sinceramente, não sei. Preciso de opiniões e é difícil achar brasileiros comentando ela. :/ Por isso ultimamente eu tenho me alimentado de NCIS. hehe

1. Tony Dinozzo e Ziva David (TIVA!) - NCIS


Cote e Michael

Todo o mundo entrou em uma discussão se Tony e Ziva tinha mesmo um relacionamento secreto (do mesmo gênero de: eu não gosto dela! Não mesmo!; mas que os olhares e a tensão dizem o contrário, sabe?) ou se eles eram somente amigos. Eu sou do time de que eles tinham um amor em segredo, até por que ambos eram agentes federais e a regra número 12 consiste em nunca se envolver com um colega de trabalho. Além do mais, tanto o Tony quanto a Ziva são romanticamente problemáticos. 

Eles sempre se envolvem em outras relações complicadas, e sempre quebram a cara. Agora eu enxergo que a Ziva nunca teve coragem para se entregar em uma relacionamento, na agencia ela é considerada pelo Tony como uma Ninja do Mossad, que é treinada para matar. A Ziva matou seu irmão em um caso, e  teve sua irmã e mãe mortas, e mais tarde seu pai. Ela fica totalmente desestruturada, e não teve forças para assumir sentimentos. O Tony foi criado em um colégio interno, seu pai é ambicioso e nunca passou tempo o suficiente com o filho, e sua mãe,se não me engano agora, também morreu/morta. O Tony faz piadas e  citações dos filmes para esconder seus sentimentos. E esse é um dos pontos que me aproxima dele.

Apesar disso tudo, eles tem um química incrível, e o que me faz amá-los ainda mais, é que esse sentimento também é evidente fora das telas. Michael e Cote são grandes amigos, (tipo, grande no mais amplo sentido da palavra), e poderiam facilmente serem um casal real. (ué.)

Tony e Ziva


Como New Girl, Tony e Ziva eram os queridinhos, eram engraçados, havia uma tensão e havia química, a única diferença foi que os produtores nunca verbalizaram que eles eram um casal, tudo ficava por interpretação ou nas entrelinhas com diálogos ambíguos, olhares e sorrisos. 


Meus longos anos de experiência com Psicologia me dizem que eu tenho um gosto particular por homens que fazem mulheres sorrir. Sério. Tanto que, os dois casais desse post são cômicos e o primeiro nem faz parte de uma série de humor. Nesses últimos meses eu tenho sofrido com NCIS, principalmente por que a Cote sai da série  na décima primeira temporada. :'(



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Rotaroots: 5 Filmes para o Oscar da sua vida!

Yey, eu também faço parte do Rotaroots! É a minha primeira postagem (desde que entrei no grupo) por que gente, eu sou realmente horrível em listar coisas, ainda mais quando envolvem temas de maior ou menor importância na minha vida. Tipo... as 3 coisas que mais te marcaram em 2014, ai nesse momento parece que minha vida se apaga da minha mente. x.x Por isso sempre evitei os temas que eu não me sentia muito confortável.
Mas (!) um dos temas do mês de fevereiro era esse aqui: "5 Filmes para o Oscar da sua vida" e cá estou eu, nessa (quase) missão impossível.

Ps: se você não conhece o grupo, ou quer fazer parte dele, clica aqui! (:


5. Identidade

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É muito esquisito um filme de assassinatos (sim, no plural), ter me marcado? Espero que não. Na verdade, eu realmente gosto desse filme por que ele faz ligações com outras partes importantes da minha vida. Quando eu tinha uns 14 ou 15 anos mais ou menos, eu li um livro BÁRBARO do Sidney Sheldon, chamado "Conte-me seus sonhos", em que aliás ainda pretendo relê-lo, por que eu não sei se o livro me marcou por que eu era crua em histórias-psicológicas-densas, e eu preciso descobrir se depois disso ainda será o meu favorito. A ponte entre o livro e esse filme é a linha de raciocínio. É basicamente a mesma, mudando somente o gênero... E é por isso que Identidade fica no meu top five. haha

4. Premonições

Via
Novamente um filme com conteúdo psicológico. E novamente ele me recorda os livros do Sidney Sheldon, e também A Síndrome E do Franck Thilliez. Além dessa questão, me chama muito a atenção filmes atemporais. Nesse em questão, a personagem perde o seu marido, mas cada dia em que ela acorda, em um ele está vivo e em outro ela volta ao seu luto. E esse vai e vem confunde a nossa cabeça, e deixa a história com um quê sentimental muito grande. (Duas da manhã e eu chorando com a Linda...) Além do mais, é a Sandra Bullock, diva eterna! 

3. Diário de uma paixão

Via
(Aê! Agora começa a sessão Rachel McAdams hahahahahahaha)

Eu gosto dos dois lados da moeda, desde um filme sangrento, até um melô-melodramático (inventei essa palavra, e não sei se ela existe. Provavelmente, não.)
Eu realmente preciso explicar por que Diário de uma Paixão está no meu Oscar? Apesar de muita gente não gostar do livro do Nicholas Sparks (que eu não li, deixa-se claro, por isso não tenho argumentos), muita gente também não deixa de admitir a beleza do filme. Os atores <3 A moda da época <3 O romance <3 Tudo é muito amor, e não importa quantas vezes eu assista eu SEMPRE, sempre mesmo, me emociono.

2. Sherlock Holmes

Via
Esse filme é... Fantástico. Além de ter um toque pessoal do diretor nas personalidades dos personagens (para mim só a Irene ficou um pouco mais fiel), ele arrisca no humor inteligente e no momento certo, na sedução mental, e trabalha em um mistério que te prende do início ao fim. E é por isso que fica com o segundo lugar, além de que eu amo a história geral do Holmes em si, esse filme reuniu dentre todas essas qualidades, os melhores atores principais da vida. (Exceto a noiva do Watson, odeio essa moça, hm).

1. Questão de tempo

Via
E o primeiríssimo da lista é Questão de Tempo! Outro filme atemporal, mas que é tão delicado e sensível. Um dos melhores filmes, que só de lembrar dá uma vontade imensa de re-assisti-lo. <3 Conta a história do Tim, que descobre que como todos os homens da sua família, tem o poder de viajar no tempo, e depois disso a história resgata questões importantes da nossa vida, como decisões que a gente toma e queria voltar no tempo para fazer diferente. Lindo! Tem resenha dele aqui! (:



Esses são os meus 5 filmes para o Oscar da minha vida, e eu espero daqui a um tempo ter outros filmes lindos para listar e ficar nessa dúvida eterna entre qual a qual escolher. Se você quiser, deixa nos comentários quais seriam as suas escolhas! (:



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